Argolas (ginástica)

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Argolas é mais uma modalidade masculina da ginástica artística, sendo considerada disparadamente a mais sem graça modalidade de todas, então nem se um brasileiro ganhar medalha de ouro nesse esporte inútil ele se tornará famoso. A sua prática consiste em 100% em esforço físico e força nos ombros e bíceps, desconsiderando qualquer habilidade cognitiva ou desenvolvimento intelectual, o que torna o esporte acessível a qualquer um, mas ele é tão sem graça que não é qualquer um que se prontifica a praticá-lo.

História[editar]

Todo o conforto exibido por um atleta das argolas.

Ninguém sabe quem foi o desocupado que inventou isso, imagina-se que era um número muito antigo do Cirque du Soleil, mas praticado óbvio apenas por mulheres que ficavam se embaraçando em longos pedaços de cortinas suspensas a vários metros de altura. Como no circo também haviam bailarinos de sexualidade duvidosa, estes decidiram amarrar na ponta de tais cortinas pares de seus enormes brincos de argolas. A bijuteria primeiramente era feita de aço, mas depois houveram as feitas de couro, borracha, até atualmente serem feitas de madeira revestida de material aderente, as argolas em questão.

Este número circense muito peculiar foi introduzido como esporte já nas primeiras olimpíadas de Atenas 1896, sendo proibido para mulheres até hoje por mais que elas quem tivessem inventado o esporte de se enrolarem sensualmente em enormes tiras de cortina. Essa proibição insuflou a criação do Partido Feminista que existe até hoje.

Em 1950 o esporte das argolas foi revolucionado pelo avô do Borat, o ginasta Albert Azaryan revolucionou o esporte ao criar 80% dos movimentos que hoje são obrigatórios, dentre eles o movimento da cruz em que simula uma crucificação. O que era apenas para ser um protesto contra o cristianismo tornou-se o movimento mais clássico e obrigatório das argolas até hoje.

Aparelho[editar]

O aparelho é simples, e consiste em duas argolas de madeira penduradas por dois pedaços de cortina localizadas a 2 metros do chão onde há um colchão. Este colchão é revestido por uma malha fria e grudenta que incomoda ao tato, de modo a coibir que pessoas o use para dormir, fazer sexo e outras coisas, sendo ele utilizado exclusivamente para amortecer a queda dos atletas das argolas.

É permitido ainda aos atletas passarem talco nas mãos, afim de evitarem o suor nas mãos o que pode trazer cheiros desagradáveis aos espectadores.

Execução e regras[editar]

Nas argolas os atletas exibem exercícios de força, equilíbrio e força. Um grupo de jurados oferece notas aleatórias dadas com o cu conforme a propina que receberam antes da competição, pois todos atletas fazem a mesma porcaria sempre e mesmo assim os jurados encontram diferenças para dar nas notas.

O técnico primeiro posiciona o atleta nas argolas e a primeira prova é ele ficar paradinho o máximo de tempo que aguentar sem peidar. Depois ele deve exibir uma série de exercícios que incluem pelo menos um movimento de baixo para cima, um movimento estático de ficar mais de 2 segundos sem peidar, e muitas acrobacias. Por fim é necessário dar uma cambalhota para deixar as argolas.

São passíveis de penalizações cair do aparelho de boca no chão, cair do aparelho de bunda no chão, balançar as cortinas que sustentam as argolas e não manter a postura dos ombros em simetria, sendo esta última regra mais moderna e introduzida para coibir a punheta como forma de treinamento dos ginastas, o que possa desbalancear a força de um braço para outro no atleta das argolas, por isso sendo cobrado a simetria entre os ombros durante a prova inteira.

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