Arcade Fire

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Este é um artigo INDIE!

Se não fossem os indies, a moda "blasé" nem existiria.

Undersk.jpg
Arband.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Arcade Fire
Indie Band.jpg
Olha o Arcadão de fogo aí genteeee!
Origem {{{origem}}}
País Canadá
Período 1999 - atualmente
Gênero(s) Indie, gay Drogados
Gravadora(s) {{{gravadora}}}
Integrante(s) Regiane Salsicha
Venceudson Batler
Uiliam Batler
Ricardo "vermelho" Parrudo
Timão Reiburro
Sara Novafiel
Jeremias Agarra
Homem Palheta
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}


Cquote1.png Você quis dizer: A Banda Mais Bonita da Cidade Cquote2.png
Google sobre Arcade Fire
Cquote1.png É a @#$# que te pariu!! Cquote2.png
Win Butler sobre o resultado acima
Cquote1.png Você quis dizer: Ximbinha e Joelma Cquote2.png
Google sobre Arcade Fire
Cquote1.png Merde!Fils de pute Cquote2.png
Régine sobre sobre a busca acima
Cquote1.png Mól Legal, a banda mais cool do momento. Cquote2.png
Hipster sobre Arcade Fire
Cquote1.png É uma merda Cquote2.png
Hipster sobre Arcade Fire, depois que eles ganharam o Grammy
Cquote1.png Como você não conhece o Arcade? Merece morrer, seu ignóbil! Cquote2.png
Hispter sobre quando todo mundo começo a perguntar quem era a banda que ganhou o Grammy
Cquote1.png oDeiU EssI LiXo do Arcaide FiRe!FoI ArMaÇuMm! Cquote2.png
Fãs do Justin Bieber, Eminem, Rihanna e até do Restart sobre Arcade Fire ter ganhado o Grammy
Cquote1.png Refletor é o melhor disco do Arcade Fire Cquote2.png
Todos sobre Arcade Fire
Cquote1.png Acho que nós temos tudo agora Cquote2.png
Win Butler sobre narcóticos.

Arcade Fire (lit. "Fogo no Fliperama") é uma banda estranha que faz uma música esquisita e que por falta de definição, os jornalistas, críticos e demais idiotas, incluindo alguns fãs, chamam de indie por não conseguirem defini-la. Afinal Arcade Fire é uma orquestra metida à banda ou seria uma banda metida à orquestra, qual o segredo de Tostines?

Fundada em Montreal,cidade do Quebec, lugar onde o povo se acha francês e pensa que fala francês, mas que no Brasil é conhecida apenas como marca de tênis ou seja, são praticamente os paulistas do Canadá.

Tudo começou quando Win Butler, neto de cantor de jazz e de avó cantora, tataraneto de Mozart, sobrinho-neto de Rachmanioff e primo de Elvis Presley conheceu a família Jobim e Sandy e Junior e decidiu que também tinha que continuar a linhagem da nobreza musical de sua família.

Eis que no começo do século XXI, ele conheceu Régine Chassagne, que cantava jazz e tocava bateria, acordeão, xilofone, saxofone, cuíca, tamborim, viola, lata d'água, motosserra, além de defender os fracos e oprimidos do Haiti, mesmerizar os jacus do Quebec com o seu francês e até convencer as pessoas que era bonita.

Após ter conhecido a sua modesta alma gêmea, Win Butler resolveu montar uma banda para expressarem a genialidade do casal e assim o Arcade Fire se tornou conhecido por suas apresentações ao vivo, onde os seus membros se dedicam a dançar, fazer malabarismos, passos de balé, swing poi, andar de monociclo num globo da morte, se masturbar, fazer troca-troca e vejam só, até tocar e cantar.

Seu segundo álbum, Bíblia de Neon, foi gravado numa igreja comprada pelos próprios integrantes, o que ajudou na divulgação de uma nova religião criada por eles. Lançado em Março de 2007, para promover esse álbum a banda criou um número de telefone para o qual as pessoas discavam e ouviam "Intervenção Divina", além de mensagens religiosas e bençãos, e também poderiam ouvir no site oficial a primeira faixa do disco, "Espelho afro-descendente".

História[editar]

rara foto do casamento de Régine Chassagne e Win Butler, cérebros do Arcade Fire


O Arcade Fire foi formado por músicos que o casal Win Butler e Régine Chassagne contratava para humilhar publicamente como forma de manifestar a sua genialidade, seguindo a linha João Gilberto e Tim Maia.

Durante os seis meses do inverno canadense que passaram trancados em um apartamento, Régine e Win descobriram que podiam fazer outras coisas além de compor música e acabaram se casando.

Posteriormente, o casal convidou um pessoal para fazer uma suruba, mas como nerds e canadenses que são, acabaram formando uma banda, com todo mundo passando o ano inteiro trancado no apartamento.

Acabaram fazendo um disco chamado Funeral, que sucedeu ao EP The Arcade Fire, que era um disco com meia dúzia de músicas que eles gravaram para pagar o aluguel, a cachaça, as marmitex e claro, o gás do aquecimento do tempo em que passaram trancafiados no apartamento da gélida Montreal.

A história secreta dos irmãos Butler[editar]

Will e Win Butler quando moravam no Texas


Os irmãos Butler escondem a todo custo que eles migraram do Texas para o Quebec por engano, pois eles pretendiam mesmo era chegar até o Goiás, onde almejavam alcançar o sucesso como a dupla sertaneja Will e Win ou pelo menos, montar uma plantação de tomates.

O Arcade Fire no começo da banda

Como típicos americanos, os irmãos Butler não eram muito bons de geografia e acabaram errando o caminho em uma das rodovias norte-americanas e após uma overdose de pequi injetado nas veias, acabaram indo parar em Boston, onde tocaram em um culto evangélico. Ao sair de Boston, os irmãos erraram uma rotatória, onde foram parar em Montreal.

Sem dinheiro, os dois irmãos tocaram nas estações de metrô e nos bares da cidade, até que Win conheceu Régine, com quem os dois irmãos formaram uma banda de forró chamada Black Panties.

Quando descobriu os talentos de sua sanfoneira, Win resolveu formar uma dupla imitando Sandy e Júnior, mas para não deixar o irmão de fora, chamaram outros músicos e formaram a "Banda mais Bonita de Montreal".

Haiti[editar]

Win e Régine em começo de Carreira


Como no Canadá não tem Bahia, Régine valoriza as suas origens haitianas para dizer que é "da terrinha" e apesar de Win Butler ser texano, eles tentaram começar um movimento cultural chamado "os novos haitianos".

Assim como o seu pseudo-conterrâneo Luiz Gonzaga, Régine toca acordeão e triângulo, enquanto os outros membros da banda tocam instrumentos tipicamente texanos como violinos, violoncelos, harpa,piano, zabumba, triângulo, etc.

Além de lembrar sempre da "terrinha", Régine e a banda sempre fazem doações aos macumbeiros do Haiti, como recompensa pelo resultado das macumbas em prol do sucesso e por terem escapado de terem sido considerados o Calypso do Canadá, com Will "Ximbinha" Butler e Régine "Joelma" Chassagne.


Discografia[editar]

Ou mp3grafia, como preferirem.

Funeral[editar]

Funeral estreou em setembro de 2004 no Canadá e o navio com o container contendo os discos só chegou em fevereiro do ano seguinte na Europa. Os europeus se recusaram a baixar as músicas da banda pela internet, temendo se tratar de outra praga canadense como Celine Dion, Shania Twain ou pior ainda, algum Justin Bieber e só foram conhecê-los depois que os discos começaram a ser tocado nas rádios e afins. O título do disco foi escolhido por causa do impiedoso assassinato da música "Love Will Tear Us Apart" do Joy Division em um cover mal feita pelo Bono Vox nos show do U2, para quem abriram os shows durante a turnê canadense dos irlandeses. Durante uma orgia, conheceram um cegueta chamado David Bowie, que resolveu estender a suruba para os palcos, atraindo a atenção das gravadoras e das pessoas que só se interessam por obviedades manjadas. Após terem tocado com David Bowie, a banda se tornou conhecida entre os círculos de drogados, glbt, de hipsters que só vão atrás do óbvio e passou a ser uma das bandas mais baixadas da internet, assim como os vídeos de sexo da Paris Hilton, coisas típicas de nerds que ficam baixando porcaria o dia todo. "Funeral" foi impiedosamente difamado pela crítica como o 8º melhor disco canadense de todos os tempos, o que é uma tremenda de uma ofensa se tratando do país que tem como cantores Celine Dion, Shania Twain, Avril Lavigne e Justin Bieber. Faixas do disco:

  • Vizinhança #1: Morte nos tuneis
  • Vizinhança #2: Laika Morreu
  • Uma ana iluminou a morte
  • Vizinhança #3: Fudeu, Acabou a energia
  • Vizinhança #4: A volta da Chaleira assassina
  • Coroa do amor da morte
  • Acordae
  • Morte no Haiti
  • Rebelião
  • Morreu no banco de trás

Bíblia de Neon[editar]

Uma vez conhecidos, lançaram a faixa "Intervenção Divina" do álbum "Bíblia de Neon" pelo iTunes, aceitando o pagamento do dízimo via cartão de crédito, depósito e transferência bancária. Win Butler abusou de sua sagacidade e acabou lançando "Onda afro-descendente/Vibrações da favela" para agradar os praticantes do candomblé, deixando irritado o dono da gravadora. A banda fundou uma nova religião misturando o vudu haitiano com o evangelho, arrecadando milhões de dólares canadenses em dízimo, contribuições e doações, o que deixou os integrantes se achando o Raul Seixas um pouco megalomaníacos, com aquelas ideias de dominar o mundo pela religião. Na época eles se apresentaram em muitos festivais, passando a usar suas músicas com mensagens subliminares como ferramenta de lavagem cerebral e tentativa de dominação mundial pela cultura quebequois, como o uso da folha de bordo, vulgo "maple leaf" no lugar da maconha, a adoção do quebequóis como língua internacional no lugar do inglês e até mesmo do francês e a substituição do futebol pelo hóquei no gelo. Um jornalista inglês classificou "Neon Bible" como "o melhor disco indígena indie do ano", pensando que o Arcade Fire era uma banda de índios moicanos por ser oriunda do Quebec. Como forma de compensar as transmissões de AIDS durante os seus shows, o Arcade Fire gravou a música Lenin para o álbum filantrópico "Dark Was The Night". Também doaram um dólar, euro, libra ou mesmo real de cada ingresso vendido de seus shows ao Haiti, temendo serem vítimas de algum vudu haitiano. Continuando seus planos de dominação mundial, o Arcade Fire apoiou o muçulmano Jesus Negão Barack Obama à presidência daquele país do terceiro-mundo ao sul do Canadá, com a condição que este transformasse a prisão da Baía de Guantanamo em um templo da religião arcade-firense para turistas canadenses, onde todos poderiam fumar folhas de bordo tranquilamente.

  • Espelho afro-descendente
  • Deixa o carro correndo ae
  • Bíblia de neon
  • Intervenção divina
  • Onda afro-descendente/vibraçõs da favela
  • Oceano de aleluias
  • Wellington e o farol do dizímo
  • Blues satânico malvadão
  • Janelaceleiro
  • Não, Me entrega seu carro, Vai
  • Meu corpo é um puteiro

Os Barracos (periferia)[editar]

Mas como todo o plano de dominação mundial falha, a banda acabou gastando todo o dinheiro que recebera com as vendas do último álbum com processos por causa da sua neo-religião, além de multas milionárias do IBAMA canadense por terem devastado as florestas do país, fumando todas as folhas de bordo. Como consequência, os integrantes ficaram pobres e tiveram que se mudar para a periferia de Montreal e arrumar empregos no comércio local, escapando por pouco de terem de morar na favela chamada Chicago, do outro lado da ponte da amizade canadense fronteira e que está para Montreal assim como Niterói está para o Rio de Janeiro. Mas o seu parceiro Barack Obama matou o bispo Osama Bin Laden e assim Win Butler e o seu Arcade Fire puderam deixar de ser coadjuvantes e passaram a ser a atração principal de diversos cultos religiosos festivais e usaram o youtube para transmitir os seus cultos religiosos ao vivo, competindo diretamente com o Edir Macedo e o Reverendo Moon. A banda fez um pacto com o diabo e suas músicas foram usadas como instrumentos para atrair incautos para pecados capitais como o html5 e o chrome, ganhando em troca o Grammy de Álbum do ano de 2011 e os Brit Awards de melhor disco satânico. Os prêmios foram rifados em um bingo realizado em um boteco na periferia da capital do Haiti.

  • Os barracos
  • Pronto para começar a trabalhar
  • Mano moderno sem emprego
  • Quarto de pobre
  • Cidade sem emprego
  • Meio trabalho I
  • Meio trabalho II (fui demitido, sem celebração)
  • Guerra do tráfico
  • Em maio eu trabalho
  • Perdi essas horas procurando emprego
  • Sprqwl 1 (Terra de pobre)
  • Sprawl II (Tem dinheiro atrás das montanhas)
  • Eu costumava esperar por um bico
  • Continuando no barraco

Refletor[editar]

Como na vida tudo se supera, o Arcade superou a fase da miséria e decidiu começar a pichar muros escrevendo "refletor", como se fossem começar a trabalhar no ramo - apesar de, ao invés disso, terem lançado um disco que continha inclusive uma faixa nos créditos finais dum filme do Kid Bengala, que se chama Porno  por que será.

Tudo recomeçou depois de terem falhado como Os Novos Haitianos e terem acabado com a grana da banda com sua neo religião. Não desistiram de colocar o Arcade Fire na história mundial, e assim começaram a coisa da pichação, com os membros da banda querendo marcar o mundo como deles.

Win percebeu logo cedo que não precisava de nada além de levantar na ponta dos pés e uma lata de tinta para pichar o alto de algum prédio, e achou que o grafite seria a coisa mais fácil de sua vida como stripper como artista.

Mas como nem todo mundo tem 20m de altura, a banda se reuniu e decidiu comprar escadas e novas latas de tinta para pichar melhor, mas para realizarem isso teriam que trabalhar. Assim, Win Butler se tornou stripper, Will lançou umas músicas solo tentando desassociar seu nome ao da banda para ganhar a vida, mas não teve jeito e teve que começar a antes sonhada plantação de tomates canadenses enquanto Régine virou vendedora (daquelas que gritam bem alto que você vai comprar).

Nesse meio tempo a banda parou de se apresentar, pela falta de instrumentos e de um ônibus para levá-los para os lugares. Depois da situação da pichação, estavam sendo até perseguidos pela polícia quebequense - quando os membros do Arcade fingiram não falar quebequóis para não ir para a cadeia. Os três passaram a sustentar os outros quatro desse modo, que continuavam desocupados tentando pagar o IBAMA canadense por conta das folhas de bordo.

E, depois de dois meses de trabalho, o trio conseguiu comprar apenas uma câmera fotográfica tão velha que já não registrava os rostos das pessoas - e assim nasceu a capa do primeiro e único single do disco, chamado Refletor (ô falta de criatividade).

Vendo que o talento deles para o piche era quase o mesmo que para a música, desistiram da arte de rua e passaram mais um ano trancados no apartamento (única coisa não vendida da banda por conta das multas) tentando fazer música com um sintetizador, dois tambores e um prato de uma bateria e um baixo, já que o resto dos instrumentos tinham sido vendidos ou roubados quando a banda teve que dormir na rua. Trabalharam e juntaram grana pra comprar uma guitarra de terceira mão, pra fazerem músicas um pouco melhores, e perderam muito tempo até o disco ficar pronto.

O casal Butler continuou esforçado, trabalhando duro principalmente no caso de Win até conseguir comprar passagens de avião para o Haiti, pois a macumba que devia ser feita por aquele disco era tão poderosa que só poderia ser realizada em solo haitiano. Então eles foram, puseram galinha na encruzilhada, acenderam umas velas e lançaram o disco, cuja capa mostra um branquelo pelado - remanescências da vida vadia que Win teve trabalhando.

O Refletor é dito como o melhor disco da história do Arcade Fire, porque o vudu haitiano é tão forte que os críticos nem escutaram o disco antes de falar dele. Ou talvez tenham escutado, porque para os críticos quanto mais estranho, melhor.

É considerado um dos melhores discos da história da música, apesar de ser obra de pichadores, pobres e canadenses, e a turnê de promoção do disco teve metade de sua renda direcionada ao Haiti, como agradecimento. Faixas do disco:

  • Refletor
  • Nós no piche
  • Olho do Flash
  • Corre que lá vem o guarda
  • Queria ser normal
  • Tu sabe que vai preso
  • João da Bike
  • Corre que lá vem 2 guardas
  • Som Maluco (Oh Maconha)
  • Nunca acaba (Oh Disquinho, hein)
  • Pornô
  • Depois da foda
  • Superdistraída (A música do tamanho de um disco)

Tudo Anal[editar]

A crítica babou tanto os ovos do Refletor que durante anos o Arcade Fire viveu apenas da história do disco, evitando falar sobre a vida abastada depois que conseguiram pagar todas as multas que a bíblia de neon deles gerou.

O tempo realmente passou enquanto o povo falava do Refletor, tanto tempo que deu até para Butler e Chassagne ter um filho e realizar algumas outras coisas pensadas impossíveis. Até que surgiu a febre de Facebook, do WhatsApp e os membros da banda se reuniram para fazer a próxima merda.

Assim, os doidos do Arcade decidiram que não podiam viver apenas de história, e sim ZOAR a história criando uma conta no Twitter que passava notícias chamado "Tudo Anal", que é mais idiota que você. E acabou que deu certo, porque Joelma e Chimbinha  Win e Régine Butler disseram que era um papo sério e que não queriam só causar na web. Acabaram lançando um disco depois disso, pra mostrar que era sério mesmo, falando sobre infinito, romance e outros baratos afins.

O "Tudo Anal" dava umas notícias absurdas, como por exemplo: "Arcade Fire se juntará novamente ao Kid Bengala para lançar mais um disco", quando todos sabem que o negão é o principal cafetão investidor da arte arcade - firense e que depois de Porno eles nunca se separaram (há boatos que Win Butler e Jeremy Gara começaram a andar mancando após o início dessa parceria).

O nome do disco foi inspirado no modo como os membros da banda e o Kid Bengala faziam suas surubas, e apesar da homenagem o investidor preferiu tirar do disco uma faixa dedicada a ele, chamada "Bigger than my ass" - ou Maior que meu cu -, porque certas esposas ficaram enciumadas com o relacionamento dos caras com o Bengala.

O objetivo do Arcade Fire com o disco Tudo Anal é conquistar mais uma indicação ao Grammy Awards, e eles têm indicação ao prêmio em todos os seus discos, por enquanto apesar de terem ganhado apenas um troféu. Lançando mais uns 3749273 discos e recebendo indicações ao Grammy em todos, talvez eles alcancem o Stevie Wonder nessa categoria.

"A internet virou a casa da mãe Joanne", disse Win Butler em entrevista, "então a gente também tem que fazer as merdas também, pra não ficar atrás". Essa é a filosofia do disco, super atual (literalmente, já que o disco é de 2017) com músicas no estilo anos 60/70 apesar das músicas desse tempo não serem tão ruins e letras super profundas, tipo: "Conteúdo infinito, conteúdo infinito, Nós fazemos o conteúdo infinitamente E seu dinheiro já é gasto nisso E seu dinheiro já é gasto no conteúdo infinito"

  • Tradução da letra de Infinito Contente, do álbum.

Inspirada nas redes sociais, no Kid Bengala e no pesado narcótico do Quebec, a banda lançou o disco para mostrar às novas bandas indieotas como é que se faz música, porque não adianta que a Dercy Gonçalves diga "eles tocam pra caralho nessa porra, seus bando de filho da puta" que os jovens de hoje mal escutam. Faixas do disco:

  • Tudo Anal (não para)
  • Tudo Anal
  • Sinais do site
  • Sofá
  • Peter Pão
  • Cheiradão
  • Infinito contente (lentinha)
  • Infinito contente (balançando as barraquinhas)
  • Azul Sonic
  • Que merda, Deus
  • Põe sua rola em mim
  • Não merecemos o amor do Haiti