Aracruz

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Gnome-searchtool blue.png Aracruz é uma pequena cidade desconhecida.
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Aracruz Haja Cruz
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Bandeira
'Nós somos melhores do que você... Se você discorda... Foda-se!!'
Hino Qualquer música da Xuxa
Local No litoral do Espírito Santo Amém
Idioma Analfabetismo completo
Geografia
Clima Chuva de flechas
Locais de referência Inexistente, afinal, ninguém quer ir em um lugar que só tem mulher feia
Economia Compra e venda de putas pagas
Produtos exportados Nenhum
Política
Governo
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Ditadura
Atual prefeito
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Chefe O'Hara
Vice-prefeito
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Comissário Gordon
Mídia
Cidadãos ilustres
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Esporte símbolo Futebol ou não
Santo local Espírito Santo

Cquote1.png Você quis dizer: Haja Cruz Cquote2.png
Google sobre Aracruz
Cquote1.png Realmente, haja cruz pra exorcizar tanta mulher feia Cquote2.png
Qualquer um sobre Aracruz
Cquote1.png Aê, mermão, não fica de brincadeira não, ou eu vô te mostrar porque eu sô um dos bandidos mais perigosos do Brasil Cquote2.png
Trombadinha qualquer aracruzense achando que é um criminoso de alta periculosidade


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Aracruz é uma cidade qualquer perdida no litoral do Espírito Santo. No início, os únicos habitantes de Aracruz eram os índios e ainda são os únicos moradores, porém, com o tempo, chegaram os europeus, e aí as batalhas começaram, sendo que, naquela época, todos os dias era possível se observar uma chuva de flechas no céu, todas prontas para atravessar o coração dos caraíbas europeus. Mas os europeus também não deixavam barato, e sempre caçavam os índios com os seus poderosos trabucos carregados totalmente com sal, além de que eles sempre carregavam uma peixeira, pois queriam estar preparados para o confronto corpo a corpo.

História[editar]

Mapa de Aracruz de acordo com a Wikipédia. Note que a cidade fica no Cu do Mundo Cu do Espírito Santo.

Há muito muito tempo atrás, em tempos remotos, o território que atualmente é Aracruz era habitado apenas por índios, que viviam felizes e serelepes. Porém, assim como todos os municípios brasileiros interioranos, logo apareceram os jesuítas (eles que, aliás, são especialistas em encontrar esses terrenos que nem mesmo o Google Maps consegue achar). Quando os jesuítas chegaram, eles transformaram a aldeia indígena em um aldeamento jesuíta, sendo que agora os índios poderiam estudar grande merda.

Um valente jesuíta, arricando a vida para tentar chegar em Aracruz. Ele não sabe, mas uma onça e dois leões já estão de olho nele.

Depois de algum tempo, os índios já tinham aprendido muitas coisa ou não. Bem, pelo menos, eles já tinham conhecimento que, se algo desse errado durante as suas caças, eles poderiam rezar para Deus para que as onças não os comessem. Como os índios já tinham um certo conhecimento, oo jesuítas resolveram picar a mula de lá, para procurar alguma outra aldeia isolada no meio do mato. Provavelmente, eles acabaram sendo comidos pelos animais selvagens, mas isso não importa mais. O importante é que os índios já tinham aprendido também como se plantava e se colhia, e agora, ao invés de ficar apenas dependendo da caça, elesn poderiam plantar maconha legumes e verduras para se alimentar.

Com o tempo, os índios foram se aprimorando nessa arte, porém, durante o período colonial, eles não serviram para porra nenhuma para o Espírito Santo, afinal, mesmo que os governantes de Espírito Santo quisessem a ajuda dos moradores de Aracruz, ele não tinha coragem de entrar no mato fechado e enfrentar todo tipo de animal selvagem.

Em 1832, um imigrante italiano chamado Super Mario Pietro Tabaco Tabacchi chegou em Aracruz (não me pergunte como), e fundou uma fazenda, que seria a sua moradia pelo resto de sua vida - Ou não. Para tocar a fazenda, Pietro utilizou a mão-de-obra escrava, sendo que, desse modo, ele logo conseguiu mais lucro do que todos os índios juntos em mais de 8000 100 anos. Como naquela época todos os povos já eram gananciosos, logo que ficaram sabendo dos lucros fáceis de Pietro, diversos outros italianos resolveram encher o saco vir para o Brasil, esperando conseguir fazer o seu pé-de-meia também. Porém, a única coisa que eles conseguiram foi morrer nas mãos dos índios, que não queriam que mais filhos da putas se aproveitassem deles.

Depois de uns trocentos anos, os governantes do Espírito Santo Amém finalmente decidiram reconhecer Aracruz como uma cidade (sim, apesar da cidade ter uma certa importância, Aracruz era considerada apenas um agrupamento de poliglotas trogloditas. Mas como isso era uma grande mentira, e o povo de Aracruz não tinha nada de troglodita, eles conseguiram finalmente ser reconhecidos. E, para comemorar, todo mundo saiu na porrada.

Geografia[editar]

Um típico morador de Aracruz caçando a sua refeição.

Basicamente, podemos dizer que Aracruz é um grande matagal. Mesmo depois de 500 anos, ninguém teve coragem de sacar uma peixeira para tirar todo o mato que fica ao redor de Aracruz. Dizem que isso é porquê a população se sente mais segura com todo esse mato, afinal, esse mato impede que os bandidos cheguem lá assim como impedem que qualquer um chegue lá.

O solo de Aracruz é bastante plano, ideal para plantar maconha para subsistência. Dizem que a exportação de maconha é uma das principais fontes de renda da cidade, porém, os moradores negam que isso seja verdade. Eles juram pela sua mãe que eles apenas plantam maconha para consumo próprio. Além de maconha, os moradores plantam diversos tipos de verduras, talvez porque eles gostem demais de verduras. Além de utilizarem as verduras para consumo próprio, eles também exportam isso, sendo que, com o dinheiro proveniente das exportações, eles conseguem comprar mais maconha verduras para continuar a plantação.

O clima de Aracruz é bem peculiar, sendo que, de dia, quando algum valente aventureiro consegue chegar lá, pode-se ver nos céus uma grande chuva de flechas, mais ou menos parecida com a chuva de lanças que o Leônidas viu quando estava querendo derrubar Xerxes e a Pérsia. Obviamente, não tem quem consiga sair vivo diso. De noite, pode-se ver bastante fumaça, proveniente da queima de baseados. Porém, os moradores locais juram novamente pela sua mãe que eles não fumam baseados, e que aquilo é fumaça proveniente da queima de Cachimbos Paz recheados de maconha.

População[editar]

Aracruz é um lugar onde tudo é absolutamente revirado, onde mulheres feias (na verdade, feia é pouco: Imagine com o seria a mistura da tua mãe com o Tevez que você terá uma mulher aracruzense) se acham bonitas, sujeitos mais pobres do que o mendigo que mija na frente da tua casa se acham playboys, e trombadinhas se acham bandidos de alta periculosidade, e acham que conseguiriam meter medo até mesmo no Zé Pequeno. Ou seja, além de não ter absolutamente nada pra fazer em Aracruz, os visitantes ainda tem que ficar aguentando pessoas arrogantes e paisagens horríveis.

De acordo com alguma pesquisas feitas pelo Datafoda-se, a maior parte da população aracruzense é descendente de uma miscigenação entre índios e italianos, por conta de todos os fatores históricos. Bem, fica a dica para todas as outras cidades: Nunca deixem que haja a reprodução entre índios e italianos, ou o resultado será extremamente horrível e assustador.

Turismo[editar]

Não perca seu tempo indo lá, porquê com certeza você irá se ferrar legal, afinal, você só encontrará gente feia e arrogante. Porém, se mesmo sabendo disso você insiste em conhecer Aracruz quer dizer que você é um completo idiota, existem algumas "atrações" que irão lhe entreter por muito tempo, por aproximadamente 24 segundos. Segue-se a lista de atrações:

Moradores de Aracruz reunidos para uma boa conversa na Praça São João Batista.
  • Praça São João Batista: Uma praça nada agradável, que possui dimensões nunca antes vistas em nenhuma outra praça do Brasil. Tecnicamente falando, a praça possui 4m² de comprimento por 2m² de largura. Ainda nessa praça, tem um chafariz, que não jotrra água desde o tempo que a sua mãe era virgem, e que, por conta disso, também não possui patos e muito menos peixes tem certeza que isso é mesmo um chafariz?. Bem, apesar de não servir pra nada, o chafariz fica lá servindo como enfeite apesar de ser mais feio do que você.
  • Shopping Oriundi: Na verdade, o Shopping Oriundi está mais para um supermercado ampliado do que para um shopping. Isso porque, além de não ter tamanho, ele também possui apenas gente feia circulando, além de vender apenas produtos que despertam o interesse na sua avó e na sua mãe. Bem, mesmo sendo quase inútil, esse shopping atrai bastante turistas ou não, o que o torna um dos principais lugares para os homens aracruzenses encontrarem alguma mulher bonita, vinda de alguma outra cidade.
  • Puteiro: Um dos poucos lugares de Aracruz que fica aberto depois das 4 horas da tarde. Como não se tem nada de bom para se fazer nessa cidade, a solução é apelar para o comércio das putas pagas, que é o que movimenta a economia aracruzense. Apesar do puteiro ficar aberto praticamente 24 horas por dia, os homens só vão lá depois da meia-noite, pois assim, como está tudo escuro, ele não precisa ficar olhando para a cara de Maria-Canhão das putas.

Bem, como vocês podem ver, não se tem absolutamente nada prazeroso pra fazer em Aracruz, a não ser que você seja um velho de 70 anos, impotente e resmungão.

Economia[editar]

Apesar da maor parte da economia local ser baseada nas plantações de maconha, em Aracruz os moradores também conseguem fazer renda com a pesca, vendendo pacus para todo o estado. Apesar dos peixes de Aracruz serem considerados os melhores de todo o estado do Espírito Santo, não há quem tenha coragem de ir nessa cidade para buscar os peixes, afinal, se for a pé, são grandes as chances do sujeito acabar virando comida de animais, e indo de carro... Bem, nenhum carro consegue passar por todo aquele matagal presente em Aracruz.

Considerações finais[editar]

Aracruz hoje não passa de uma cidade cujo nome só é conhecido no Brasil por lembrar a maior indústria de celulose branqueada do mundo, a Aracruz Celulose, e abrigar índios despatriados de comunidades diversas, inclusive os índios do Acre, que fugiram de sua terra, por ela não existir...

Ver também[editar]