Antigo Egito

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Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

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Brochado da Rocha e Magalhães Pinto podem ser introduzidos neste artigo.

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Antigo Egito foi uma antiga civilização histórica dos tempos em que tua avó era virgem, que se desenvolveu no meio de um punhado de deserto quando , em um momento de tédio, decidiu criar algumas pessoas a partir da areia e ver por quanto tempo elas conseguiriam se virar no meio do nada antes de voltarem para o pó da eternidade devido a ação do sol escaldante da região. A partir de dado momento, os planos de Rá teriam sido frustrados, quando as pessoas passaram a descobrir a utilidade do Rio Nilo e se instalar na região, tirando toda a graça da brincadeira. A civilização egípcia teria se tornado uma das mais prósperas da Antiguidade, e ao lado dos antigos gregos, é a mais adorada por aqueles posers que se dizem fãs de história mas que acreditam piamente que o Egito seja um país exclusivamente asiático, quando na verdade se trata de uma nação transcontinental com a maior parte de seu território pertencente a África.

Introdução[editar]

Egípcios despedindo-se dos alienígenas, em agradecimento a todo conhecimento que teriam lhes proporcionado.

Defensores das teorias mais antigas e arcaicas geralmente costumam afirmar que o os egípcios não teriam se desenvolvido de forma original e criativa. Ao invés disso, eles não passariam de plagiadores que tentaram a todo custo copiar os sumérios em todos os seus aspectos na maior cara de pau. Tudo isso têm sido reforçado pelo fato de que vários vestígios do contato entre os sumérios e os primeiros habitantes da região, que eram para os sumérios o mesmo que um homem das cavernas é para nós hoje em dia, têm sido encontrados. Porém, a verdade é que o Antigo Egito teria se desenvolvido na realidade na própria África, após essa região ter sido visitada por várias populações alienígenas, que deram aos egípcios os primeiros detonados de como se tornarem um povo civilizado e menos primitivo, além de uma série de manuais de arquitetura e engenharia civil, que posteriormente viriam a servir como pilar fundamental para a construção das pirâmides. Como esses aliens teriam sido os mesmos que um tempo teriam ajudado o povo sumério a evoluir, é natural que hajam semelhanças entre os dois povos.

Nessa época, como ainda não existiam as famosas verdinhas, a cerâmica vermelha era quem definia o status das pessoas, e consequentemente, era a responsável por gerar a desigualdade social da época. Quem tivesse os vasos de barro mais bonitos era considerado rico. Rapidamente, os vasos se tornaram o símbolo da elite, e qualquer um que não tivesse um vaso, era considerado um pobretão. Vasos com bordas negras representavam na época o mesmo que um colar de diamantes representa hoje. Posteriormente, quando descobriu-se um tal de ouro, muitos desses antigos membros da elite não tiveram outra saída a não ser se suicidar, já que instaurados os novos parâmetros de riqueza, os vasos deixaram de ser algo valioso e passaram a ser nada mais do que um amontoado de barro e terra cozida.

Acredita-se que o núcleo da civilização egípcia tenha começado em Hierakonpolis. Recentemente foram encontrados na região vestígios da existência de um grande núcleo cervejeiro. Uma vez que o álcool sempre foi essencial para qualquer civilização, tudo indica que os egípcios, já que estavam entre os maiores pinguços da Idade Antiga, se reuniam com suas famílias nos arredores da cidade para ficarem mais perto da bebida. Dessa forma, se tornaria mais fácil para eles conseguir achar o caminho de volta para a casa quando enchessem a cara nos botecos da região, uma vez que suas casas estariam mais próximas.

História[editar]

Pré-unificação[editar]

Tentativa de domesticação de um crocodilo no período anterior a unificação do Antigo Egito. Os pobres coitados não vão servir nem para limpar os dentes...

Inicialmente, o que posteriormente viria a se tornar o Antigo Egito, nada mais era do que um amontoado de aldeias insignificantes (conhecidas como "nomos") e sem qualquer expressão situadas na beira do Rio Nilo. Portanto, a concorrência por espaço era muito grande, e não era raro o surgimento de pelotões especializados em treinamento de crocodilos-do-Nilo para atacar as aldeias vizinhas. O grande problema é que os répteis eram muito mau humorados e de difícil domesticação, e quase qualquer um que se aventurasse a mexer com os bichos acabava virando janta. Como as coisas estavam difíceis, os líderes das aldeias chegaram a conclusão de que seria muito mais fácil se unir entre si e compartilhar do bem comum do que ficar com essa frescura de um tentando destruir o outro e ninguém sair ganhando. Assim, as aldeias assinaram um contrato de unificação entre si, e seu líder foi escolhido durante uma partida de Banco Imobiliário.

Entretanto, essa unificação resultou em dois impérios: o império do norte e o império do sul, que passaram a se chamar respectivamente de Reino do Baixo Egito e Reino do Alto Egito. Dizem as más línguas que também havia um pequeno império no oeste, mas este seria tão medíocre e insignificante que não durou três dias antes de ser dominado pelo reino do norte. Após a união, sabe-se que o Reino do Baixo Egito passou a ter mais êxito na domesticação dos crocodilos. Assim, os animais passaram a desempenhar papel fundamental na economia do reino, sendo muito utilizados na caça e na pesca (além de também servirem como alimento quando não se conseguisse nada para o jantar). E não apenas isso: os crocodilos ficaram cada vez mais populares entre a população do Reino do Baixo Egito, e passaram também a ser utilizados como guardas das casas, animais de montaria e babás para as crianças.

Rapidamente o Reino do Baixo Egito deixou o Reino do Alto Egito para trás, tornando-se inclusive um grande polo turístico na região, sendo que pessoas vinham de toda África e Ásia para ver os répteis. A atração que mais teria feito sucesso era a possibilidade de alimentar os animais criados especialmente para esse fim. Pagando uma quantia considerável, era permitido se livrar de qualquer estorvo em sua vida (sogra, cunhado, vizinhas fofoqueiras, chefe, cobrador, etc) jogando o alvo em questão na jaula dos crocodilos, e assistir de camarote enquanto eles se divertiam com a carcaça da pessoa.

Hórus garantindo sua soberania sobre o Egito, ao fazer Seth de saco de pancadas.

Todo o progresso do Reino do Baixo Egito foi passando o Reino do Alto Egito para trás, e isso acabou chamando a atenção dos deuses. Hórus teria se sentido atraído pelo Reino do Baixo Egito, onde era adorado como deus principal, e então decidiu descer a terra e fazer uma visita pessoalmente ao povo da região. Embora eles tivessem progredido em alguns aspectos, eram tremendamente primitivos em relação a outros, ainda sendo usuários de discos de vinil, computadores da Positivo e Atari 2600. Hórus decide pessoalmente assumir a liderança do reino, se tornando o primeiro rei absoluto do Reino do Baixo Egito, conduzindo-o ainda mais rumo a plenitude.

Entretanto, Seth, o deus do barraco e dos encrenqueiros, olho gordo como ninguém, ao ver que o filho de seu irmão Osíris, o queridinho do povo, tinha tomado posse de um reino, decide que faria o mesmo. Assim assume o Reino do Alto Egito, que o adorava como deus principal, provavelmente, na falta de alguém melhor para adorar. Seth queria a todo custo acabar com a popularidade de Hórus, e achando que pelo simples fato de o reino do sul estar sob seu comando seria vitória na certa, ele organiza um ataque ao reino de seu adversário, visando derrotá-lo e unificar as duas regiões em uma só. Porém, por usa estupidez e imprudência, Seth acaba levando uma surra memorável de Hórus, sendo enviado direto para o hospital. Após uma semana em coma, Seth parte dessa para uma pior melhor, e Hórus, além de vingar a morte de seu pai, acaba assumindo também a posse do Reino do Alto Egito.

Como seria trabalhoso administrar dois grandes reinos ao mesmo tempo, Hórus decide unificar os dois reinos num só, que ficaria conhecido como Egito. Entretanto, Hórus acaba ganhando uma viagem para Acapulco em uma raspadinha, e não abriria mão disso para ir a uma comemoração sem graça onde provavelmente teria que dar um discurso longo e chato para a população. Assim, ele sorteia entre um grupo de mendigos que moravam próximos a sua casa alguém para substitui-lo no dia. O felizardo acaba sendo Menés, que leva os créditos pela unificação do Antigo Egito, e dessa época em diante, passa a ser conhecido como sendo o primeiro faraó.

Época Tinita[editar]

A Época Tinita ou Época Arcaica trata-se do período da história egípcia correspondente as duas primeiras dinastias. Não se sabe muita coisa sobre essa época, pelo menos nada que seja muito confiável, e a principal fonte de informação que se tem acerca desse período é proveniente de um pedaço de pedregulho cheio de desenhos sem sentido (a Paleta de Narmer) e de escrituras de relevo em rochas. Tudo indica que nessa época os antigos egípcios tinham feito os primeiros contatos com os alienígenas, que teriam lhes ensinado a famosa receita do ensopado de crocodilo. Em virtude disso, acredita-se que o principal motivo para tanta falta de informação desse período seja o próprio Governo, que até hoje mantém em sigilo os registros arqueológicos daquele período para não dar o gostinho aos ufólogos e outros teóricos da conspiração.

Embora os hieróglifos fossem da época em que a Hebe era virgem, acredita-se que a escrita ainda estivesse em desenvolvimento no Período Tinita.

Nessa época, embora o Antigo Egito já tivesse sido unificado, o território ainda mantinha-se como sendo um grande punhado de vilarejos espalhados aleatoriamente ao redor do Nilo. Entretanto, sabe-se que nesse período já eram muito populares as mumificações entre os faraós, até hoje consideradas patrimônio cultural do país. Como as primeiras pirâmides viriam a surgir apenas mais tarde, nessa época as múmias eram arremessadas no meio do mato mesmo, de preferência em lugares afastados da civilização, para não contaminar o ambiente com o cheiro da podridão e para não copiar o péssimo hábito dos indianos de sujar rios com carcaças mortas.

Nesse período, os faraós eram conhecidos por sua alta tolerância cultural, e sabe-se que usavam uns chapelões (ou coroas, como preferir) simbolizando o Reino do Alto e o Reino do Baixo Egito, mesmo que um deles tenha sido miseravelmente ownado pelo outro. Assim como é costume celebrar a independência de um país, decidiu-se que o dia da derrota dos adoradores de Seth deveria ser celebrado como um dia oficial, que passou a ser comemorado todos os anos. Nas comemorações era muito comum fazer exposições nas casas com estátuas improvisadas de Hórus fazendo embaixadinha com a cabeça de Seth, embora a criatividade variasse de pessoa para pessoa.

Posteriormente, houve a necessidade de adotar um método mais eficiente para dar um fim aos mortos, pois as florestas da região passaram a virar um grande depósito de defuntos, e o cheiro insuportável começou a ser sentido nas aldeias. Dessa forma, aderiu-se a sepulturas e tumbas improvisadas, que eram lacradas para isolar o resto do mundo do fedor. Os líderes políticos da época tinham inclusive tumbas pessoais, que ficavam escondidas em passagens secretas de Ábidos e Saqqara, cujo acesso só era possível por meio de uma senha ou pela resolução de uma prova de matemática.

A Época Tinita também era vista como um berço de oportunidades. Os egípcios jamais ficavam sem trabalho, e além de serem obrigados a trabalhar feito burros de carga construindo canais de irrigação, também podiam sacrificar seu bem estar físico e psicológico para os trabalhos pesados em minas ou construindo bugigangas para vender aos estrangeiros em lojinhas de R$ 1,99. Nesse mesmo período, a religião intensificou-se, e como Hórus ainda estava de férias, Osíris (que agora trabalhava no submundo junto de Anúbis) teve de tomar a frente dos cultos, tornando-se um dos mais adorados deuses do período, principalmente porque diferentemente da legislação brasileira, com ele vagabundo não tinha voz e nem vez. Naturalmente, como preço agregado a religião, houve uma demanda muito maior para artefatos e acessórios de caráter fúnebre, e a profissão de necromante acabou entrando em alta.

Império Antigo[editar]

O Império Antigo foi o período que sucedeu a Época Tinita, e compreendia as dinastias III, IV, V e VI. Durante essa etapa da história do Antigo Egito, a população era caracterizada por sua extrema burrice ignorância. Aproveitando-se do fato de que era muito fácil pra qualquer um tapear os egípcios, os faraós fizeram a cabeça da população, e dessa época em diante, passaram a ser considerados deuses, sendo vistos pelo povo como representantes diretos de Hórus, espíritos zombeteiros e Mãe Dináh na Terra. Uma vez acomodados, os faraós passaram a não fazer mais nada a não ser sentar suas bundas gordas em uma cadeira e esbanjar todo o dinheiro arrecadado pelos impostos em cultos satânicos, construção de monumentos aleatórios e pirâmides, o que teria quebrado o Egito várias vezes durante o período.

Nesse período, o Egito também passou a estabelecer parcerias comerciais com outros países. Ao invés de necromante, o emprego da vez passou a ser o de construtor de barcos, principalmente devido ao interesse econômico egípcio em ouro, maconha especiarias para temperar os pratos feitos na base de crocodilo, marfim para construção de artefatos vagabundos, peles de animais exóticos e outras mercadorias clandestinas. Com a ascensão da rainha Alcione I, também tornou-se muito popular entre os antigos egípcios o ébano, provavelmente para confecção de bugigangas pretas. Qualquer vagabundo que soubesse amarrar alguns pedaços de cedro com teias de aranha poderia se tornar facilmente um construtor de barcos de prestígio, alugando as embarcações pelo olho da cara. Caso o barco não fosse bem feito e furasse em alto mar, os construtores poderiam ficar tranquilos, pois ninguém voltaria para reclamar o dinheiro de volta.

A avançada arquitetura egípcia, sempre a frente de sua época.

A hierarquia da época era simples: acima de tudo e de todos estava o faraó, representante dos deuses na Terra que não fazia porra nenhuma a não ser enriquecer nas custas do povo e liderar com opressão e tirania. Depois do faraó, o segundo escalão correspondia aos escribas, os únicos com algum grau de cultura; e os sacerdotes, que eram em geral RPGistas encarregados de mentir para a população sobre a natureza divina do faraó. Por fim, na camada mais baixa da sociedade, encontrava-se o povão da época, que correspondia aos camponeses, agricultores, artesãos e escravos. O povão era a verdadeira base da economia egípcia, sendo os únicos que faziam alguma coisa de útil no império. Portanto, podemos dizer que o povo era algo próximo a um burro de carga, fazendo todo o serviço enquanto as demais classes ficavam o dia todo em casa coçando o saco e assistindo a novela das 20:00 como os verdadeiros desocupados que eram.

Apesar de tudo, a principal e maior contribuição para a história da humanidade deixada pelos egípcios dessa época foram as pirâmides, que nada mais eram do que grandes câmaras de sepultamento para agrupar o maior número possível de defuntos, já que os mortos jogados no mato estavam começando a incomodar. Durante esse período, as visitas dos alienígenas passou a ser cada vez mais frequente, e acredita-se que tenham inclusive tomado parte na administração ao lado dos faraós. Em troca de conhecimento e sabedoria irrestrita, por meio de um contrato selado com sangue, os alienígenas poderiam ficar livres para abduzir quantas vacas, cabras e humanos quisessem para seus experimentos (um resultado desses experimentos inclusive teria sido a inspiração para a construção da Grande Esfinge, nessa mesma época). Dessa forma, os escravos passaram a ter aulas diárias de arquitetura avançada, geografia e matemática, mesmo que num primeiro momento não fizessem ideia de onde iriam empregar aquilo tudo.

Posteriormente, os monarcas regionais decidiram que estava tudo muito entediante e sem-graça e passaram a se matar entre si em brigas por poder e a se colocarem contra o faraó, o que teria resultado na desestruturação do poder central, mandando toda a prosperidade que tinham conseguido até o momento para o ralo. Isso teria irritado os deuses, já que toda aquela algazarra não deixava ninguém mais dormir, e para punir a população, foi rogada uma praga sobre o Rio Nilo, acarretando uma seca severa que teria acabado de vez com a nação.

Primeiro Período Intermediário[editar]

Durante esse período, Anúbis, o responsável pelos embalsamentos, se viu muito mais atarefado do que o habitual.

O Primeiro Período Intermediário sucedeu o Império Antigo, e compreendeu as dinastias VII, VIII, IX, X e XI, e foi uma época caracterizada por ser um completo caos político, que refletia o fato de o Egito estar no mais lastimável buraco. A seca do Nilo somada a incompetência dos faraós na administração egípcia, acabaram deixando brechas para revoltas por parte de seus capachos dos monarcas locais, que já estavam cansados de esgotar suas energias para manter o povo na linha sem qualquer tipo de apoio, ao passo que os faraós ficavam o dia todo de pernas para o ar ou vagabundeando por aí. Isso acabou resultando na descentralização do poder, ou seja, significa que o faraó passou a ser um zero a esquerda, os nomos passaram a se auto-proclamarem reis, o poder foi dividido, e o país se transformou numa verdadeira Casa da Mãe Joana.

Outro fator que teria contribuído para que o Egito quebrasse foi a grande quantidade de dinheiro jogado fora pelos faraós, que esbanjava todas as riquezas do Império com coisas superficiais e irrelevantes, tais como pirâmides, rituais religiosos e com o próprio clero. Nesse período, o Antigo Egito novamente voltou aos primórdios, sendo dividido em Alto e Baixo Egito, além do fato de que o delta do Nilo teria configurado-se num verdadeiro recinto de vagabundos vindos de toda a Ásia, que vinham para a região aproveitando-se de toda a confusão para tirar algum proveito, se alojando e ficando por ali mesmo. Logo, além das brigas internas, também houve uma forte campanha dos monarcas locais para expulsar esses pobres diabos do país. Entretanto, há males que vem para bem: as fronteiras egípcias foram reforçadas para evitar os invasores, e as províncias, individualmente, desenvolveram-se economicamente muito mais do que quando o Egito estava unificado, o que só reforça a total incompetência e incapacidade administrativa dos faraós da época.

Com o grande aumento da taxa de mumificações, a prática da necromancia tornou-se muito mais comum, fazendo com que o governo a época implantasse programas para controle populacional de múmias vivas, que estavam começando a invadir zonas habitadas, configurando-se num grande problema de segurança e saúde pública.

Além do mais, para cortar ainda mais o barato dos faraós, que na época eram os únicos que tinham acesso a funerais completos com direito a mumificação e aos rituais religiosos oficiais, todo mundo passou a ser sepultado de forma igual, e Osíris, que apesar de ser um dos deuses mais adorados, era apenas uma espécie de papa-defuntos qualquer; consagrou-se definitivamente como o deus mais adorado de todos. Todo mundo em termos, é claro, a mudança se deu que agora, qualquer bundão poderia ser sepultado como os faraós, desde que conseguisse pagar (pode parecer um absurdo, mas se você for perceber bem, verá que hoje em dia até para pagar um túmulo decente no cemitério você precisa desembolsar alguma grana). Logo, deduz-se que a ralé e os miseráveis desse período continuaram a apodrecer em qualquer canto depois que iam para a vala. Além do mais, como não tinha mais ninguém que mandasse, os intelectuais, filósofos, escritores e demais desocupados da época puderam se expressar melhor, ajudando a enriquecer ainda mais a falta de cultura egípcia.

Isso acabou minando ainda mais a moral dos faraós, que como resultado, acabaram tendo seu status de representantes divinos dos seres superiores questionado, e passaram a receber acusações de charlatanismo. Inclusive, foi exatamente nessa época que surgiram os primeiros vândalos, punks e anarquistas da história do Egito, sendo muito comum no período revoltas populares, saques ao comércio local e atos de vandalismo nos arredores dos templos, tumbas reais e construções religiosas em geral. Além do mais, uma vez com os faraós colocados para escanteio, os governantes locais começaram a se juntar no sarrafo em brigas internas pelo poder. Após mais uma sessão de gala de pancadaria entre as dinastias do Alto e do Baixo Egito, até que finalmente, Mentuhotep II, um dos muitos odiadores declarados de líbios e beduínos, conseguiu vencer os governantes anônimos do Baixo Egito e reunificou a nação, transferindo sua capital para Tebas. A nova capital seria uma manobra estratégica, sendo o local mais distante comum das casas de suas seis sogras.

Império Médio[editar]

O Império Médio compreendeu o período que ia do final da Dinastia XI até a Dinastia XII. Embora Mentuhotep II tenha colocado seus inimigos no bolso e tomado posse da nação, o sistema de monarcas localizados foi mantido intacto, em nome dos bons e velhos costumes. Entretanto, dessa vez Mentuhotep, que já sabia que ia dar alguma zebra caso baixasse a guarda como os faraós incompetentes do Império Antigo, certificou-se de inspecionar pessoalmente os nomos, selecionando a dedo cada um deles e jogando qualquer nomo rebelde ou de oposição em poços de serpentes peçonhentas. Assim, ele garantiu a prevenção de qualquer revolta popular, já que os novos monarcas regionais ou eram puxa-sacos oficiais do faraó, ou se borravam de medo eram covardes demais para se opor a ele.

Com exércitos mais bem estruturados, os faraós do Império Médio garantiram com sucesso a expulsão completa dos invasores e a total segurança política e militar do Antigo Egito.

Mentuhotep também colocou representantes e líderes paus mandados em cada canto do Egito. Em pouco tempo, ele já tinha governadores na região do Baixo Egito, governadores nas fronteiras, governadores no meio do deserto, governadores no meio da selva e até mesmo governadores dentro do Rio Nilo. Assim, ele garantiu soberania absoluta sobre toda a nação. Entretanto, sua principal atividade concentrou-se na região da Núbia, onde se focou em combater nômades, restaurar as rotas comerciais e expulsar todos os sem-terra que se alojaram clandestinamente na região sem pagar o aluguel. É um fato conhecido que Mentuhotep II teria sido o único faraó que fez algo que prestasse na Dinastia XI. Depois de seu reinado, a mesma teria sido banida da história após uma série de faraós incompetentes assumirem o poder um depois do outro, mostrando que a situação administrativa do Antigo Egito estava tão decadente quanto a do Brasil atualmente.

Posteriormente, teria assumido o poder Amenemés I, após colocar cicuta e veneno de naja no café daquele que deveria ser o próximo sucessor ao trono, e seu reinado deu início a XII dinastia egípcia. Entretanto, a sua sucessão passou a ser questionada, e para justificar sua subida ao trono, Amenemés inventou uma profecia e disse que estava ali por vontade de forças superiores, uma mentira cabeluda, mas que colou facilmente. Amenemés, além de centralizar o poder egípcio, passou a mandar e desmandar nos nomos conforme lhe dava na telha, excluir as instituições políticas antigas e depor governantes à sua vontade, o que provavelmente deve ter culminado em uma conspiração que o teria enviado para o colo de Anúbis no término de seu reinado.

Entretanto, na Dinastia iniciada por Amenemés, os faraós começaram a cair na real e se dar conta de que precisavam fazer algo que prestasse, ou o Egito novamente ia virar um buraco desorganizado de situação deplorável. Assim, foram iniciados programas para conservação de espécies nativas como o crocodilo-do-nilo e áspides peçonhentas, além da recuperação ambiental de áreas degradadas pelo despejo ilegal de fluidos de embalsamento, visando a melhora do sistema de irrigação egípcio para fins agrícolas. Nessa época também, os arruaceiros vindos das demais regiões asiáticas foram finalmente dominados, e a região da Núbia foi transformada num polo de extração desenfreada de minerais preciosos. Vários elementos hoje considerados de valor inestimável que eram encontrados aos montes na região acabavam sendo jogados fora e estocados nos lixões da época, já que para os egípcios, a única coisa de valor que existia era o ouro.

Entre as características culturais dessa época, estava o fato de que a religião se tornou mais liberal: o povo passou a ter direito de adorar qualquer Deus que quisesse, ao invés de ficar só naquela vidinha monótona de , Hórus e Osíris. Isso ajudou a popularizar alguns deuses secundários, o que teria contribuído largamente para enriquecer a mitologia egípcia com todo seu bestiário de aberrações humanoides com cabeças de animais. Nessa época, o império também mantinha relações comerciais com Creta, de quem adquiriam cerâmicas de luxo que eram vendidas a preços descomunais no comércio local; e com Biblos, de quem importavam madeira provavelmente para construção de artefatos baratos para serem vendidos aos pobres e miseráveis sem condições de pagar pela cerâmica citada acima.

Segundo Império Intermediário[editar]

Os jogos de azar eram a principal fonte de renda do Antigo Egito durante o Segundo Império Intermediário. Pessoas de todas as partes do mundo vinham testar a sua sorte, impulsionando o turismo local e engordando ainda mais os cofres os líderes do período.

O último faraó relevante durante o Império Médio, Amenemés III, teve a brilhante ideia de abrir as portas do Egito para os colonos asiáticos, mandando todo o trabalho que seus antecessores tiveram em manter o país livre dos vagabundos estrangeiros pelo ralo. Na cabeça do gênio, os asiáticos iriam simplesmente se alojar no delta do Nilo e fornecer mão-de-obra barata para o faraó promover a sua imagem com campanhas de construção e mineração. Entretanto, as coisas não saíram como esperado. Ao invés de trabalhar no pesado, quando chegavam aqui os estrangeiros ganhavam a vida em jogos de apostas entre si. Em pouco tempo, todo o Egito havia sido tomado por cassinos ilegais e competições clandestinas sob o comando dos asiáticos, que estavam faturando mais do que o próprio faraó.

O clã mais rico no período era composto pelos hicsos, donos de mais da metade dos cassinos do país. Vendo que a situação estava fora de controle, o faraó se viu obrigado a tomar as rédeas da situação e dar uma basta em tudo. Assim que o faraó fez suas exigências e disse na cara deles umas poucas e boas, o líder dos hicsos desafia o líder do Egito: uma partida de pôquer valendo a posse do Egito e mais um milhão de reais em barras de ouro (que valem mais do que dinheiro). Não vendo nada de mais naquele joguinho besta, o faraó aceita sem hesitar. Como resultado esperado, leva uma surra, e se vê obrigado a entregar o contrato de posse do Egito. Entretanto, pouco antes de cumprir o acordo, ele tenta passar a perna nos hicsos, mandando queimar o cassino preferido dos mesmos, para mostrar que não estava para brincadeiras. No final das contas, essa tentativa de quebrar a aposta não dá em nada, já que os hicsos tinham cavalos, carroças e escorpiões gigantes do deserto sob seu comando, e o faraó acaba reduzido ao mais puro fiasco em rede nacional.

Como se já não fosse humilhação suficiente, o faraó foi obrigado a se isolar em Tebas, onde teve de trabalhar como caixa de supermercado para poder sobreviver e conseguir seu pão de cada dia. Entretanto, enquanto comiam o pão que o Diabo amassou, os egípcios tiveram tempo mais do que suficiente para desenvolver suas habilidades com os cassinos. Como treino, os faraós começaram desafiando primeiramente todos os aliados dos hicsos, que ficavam em território egípcio mendigando favores dos mesmos, conquistando vitórias suficientes para chamar a atenção dos próprios. Quando novamente se encontram com os hicsos, os egípcios propõe uma nova aposta, valendo não apenas os documentos de posse do Egito, mas também todos os cavalos, carruagens e carros de guerra que os inimigos possuíam. De sobra, quem perdesse teria de ficar um ano trabalhando como mordomo oficial do vencedor. Certos de que venceriam, os hicsos aceitam. Entretanto, os egípcios tinham um trunfo: Amósis, um desocupado sem vida social que teria se fechado por 15 anos dentro de uma pirâmide, dedicando sua vida unicamente aos jogos de azar. Após uma sanguinária partida de Vinte-e-um, Amósis finalmente vence o campeão hicso, mesmo após as constantes tentativas de trapaça de seus rivais, recuperando o Egito e conquistando merecidamente o título de novo faraó.

Império Novo[editar]

Além das dores de cabeça já existentes, Moisés (que dizem ter vivido nessa época), teria trazido ainda mais prejuízos para a economia egípcia, ao usar seus avançados poderes de hidrocinese para libertar os hebreus, principais burros de carga dos faraós.

O Império Novo correspondia ao período que englobava as Dinastias XVIII, XIX e XX, e sucedeu o Segundo Período Intermediário (o qual correspondia as dinastias XIII, XIV, XV, XVI e XVII). Após aquela humilhação a qual o Egito foi submetido anteriormente, uma vez com os egípcios novamente no poder, foram tomadas medidas drásticas para que não se repetisse o vexame. Dessa forma, o Egito passou a escravizar todos os estrangeiros que estavam ilegais no país, como líbios, hebreus e jogadores viciados que não conseguiam sair dos cassinos que ainda restavam no país. Em seguida, houve uma forte campanha para fortificar os laços com os vizinhos, e um grande investimento em expedições militares para fortificar as defesas e tiranizar povos mais fracos, aumentando assim o território egípcio. Como medida de reforço, passou-se a criar múmias-vivas em cativeiro. Essas eram treinadas até atingirem uma certa idade, onde recebiam armaduras, cavalos e armas; e sua principal tarefa era massacrar qualquer invasor que ousasse sequer olhar de atravessado para as fronteiras egípcias.

Entretanto, não demorou muito para que uma merda fosse feita: todo o progresso egípcio até o momento quase foi por água abaixo com a subida ao poder por Akhenaton, uma doido varrido que nunca bateu bem da cabeça. Akhenaton simplesmente decidiu que não queria mais adorar aos deuses que até então eram cultuados. Assim, ele inventou um novo Deus, um tal de Aton (que na verdade era nome de um personagem de uma fanfic escrita por ele durante a adolescência). Todos os deuses legais e maneiros foram banidos, e quem ousasse adorá-los seria jogado no calabouço ou forçado a trabalhar como gondoleiro no Rio Nilo. Akhenaton teria ficado tão paranoico com seu deus inventado, que acabou se esquecendo das coisas mais importantes no império, como a defesa das fronteiras, as relações comerciais e economia do país, o que foi um convite de entrada para tentativas de invasão por parte dos hititas, inimigos declarados dos egípcios durante o período. Akhenaton teria morrido em seu quarto, quando um disco solar de metal (que representava seu deus Aton) caiu em sua cabeça enquanto ele tirava um ronco, causando traumatismo craniano imediato.

Após a morte de Akhenaton, os faraós que sucederem (entre eles Tutancâmon, que acredita-se ter sido o primeiro Digimon da história) tiveram que correr contra o tempo para dar um jeito na cagada que ele tinha feito. Ordenaram que os sacerdotes do período envenenassem toda a rede de distribuição de água que abastecia as residências com poções do esquecimento. Assim, o reinado de Akhenaton acabou caindo no esquecimento, e só o que restava era corrigir as suas demais burradas. O cenário só foi mudar de figura mesmo com a subida ao trono do faraó Ramsés II, uma espécie de Mr. Catra da Antiguidade, dada a quantidade infinita de filhos que teria tido ao redor do mundo. Ramsés II, que sozinho teria botado pra correr os líbios e os povos do mar, foi o último faraó a fazer algo de útil no Egito, pois depois sua morte, a nação foi de mal a pior, e nunca mais teria surgido em terras egípcias alguém que fizesse algo que preste. Podemos dizer que o Antigo Egito praticamente morreu com Ramsés II. Entretanto, a história nos diz que o mesmo durou mais uns anos pra frente, então, deixemos quieto.

Terceiro Período Intermediário[editar]

O Terceiro Período Intermediário compreendeu as dinastias XXI, XXII, XXIII, XXIV e XXV. Como qualquer outro período do Antigo Egito com a palavra "intermediário" no nome, foi uma época caracterizada pela fragmentação do poder político egípcio, de novo. Dessa vez, com a morte de Ramsés II, o Egito virou uma zona de vez, e os núbios e líbios (que eram brasileiros e não desistiam nunca) passaram a controlar alguns centros de poder. Novamente, vem à tona os velhos e pra lá de saturados Reinos do Alto e do Baixo Egito. Nesse mesmo período, alguns bundões aleatório também se declaram faraós, uma vez que o Egito estava igual cu de bêbado: sem dono. Entretanto, é dito que essa época foi um período de paz. Os novos governantes tinham tido contato com algumas revistas sobre budismo adquiridas no Buscapé, eram mais zen que os faraós anteriores, e durante um certo período, tentaram tocar tudo na base da paz e amor.

O exército assírio prestes a invadir o Egito, que de "egípcio", àquela altura já não tinha mais nada.

Infelizmente, os líbios, já estavam com o sangue fervendo, pois até o momento tinham sofrido derrotas e mais derrotas. Todas as tentativas de invadir o Egito até o momento fracassaram miseravelmente, o que lhes rendia a fama de perdedores perante os egípcios. Como os demais governantes dessa época estavam ocupados demais dando um tapa na pantera em seus respectivos palácios, os líbios, que inicialmente tinham ocupado apenas a região do Delta Ocidental, começaram a criar autonomia sem que ninguém tenha percebido. Um tempinho depois sobe ao poder Shoshenk I, um faraó líbio que tentou fazer alguma coisa de útil para centralizar o poder, ao passar um tesourão na linhagem dos sumo sacerdotes. Os sumo sacerdotes estavam sendo um verdadeiros prego nos testículos, pois realizavam governos paralelos não relacionados ao governo central, voltados a extorquir dinheiro de fieis.

No início da Dinastia XXII, até que Shoshenk conseguiu fazer a lição de casa, e sabe-se que foi um curto período de prosperidade. Mas é claro, foi um período-relâmpago. Como já dizia o velho deitado: "Em time que está ganhando não se mexe". Caso os líbios tivessem conhecimento desse ditado na época, talvez não teriam sido estúpidos o suficiente para ajudar nos ataques contra os assírios, que na época, ainda estavam em fase de ascensão. Embora inicialmente o Egito e seus aliados tenham conseguido podar as primeiras expedições assírias, eles estavam cutucando a cobra com vara curta. Com o tempo, os assírios adquirem muita experiência em batalhas, e rapidamente sobem de level. Pra completar, os poder líbio, devido a péssima administração, começa a se enfraquecer devido a série de guerras civis que deram início a diversas dinastias paralelas. Os líbios por sua vez, novamente fazem um fiasco ao serem derrotados pelos cuchitas. Por fim, os assírios, já com status de implacáveis por terem sido anteriormente feedados pelos líbios, invadem o Egito, dessa vez, ganhando de lavada e fazendo dos cuchitas verdadeiros sacos de pancada.

Época Baixa[editar]

Persa dando tudo de si numa partida de canastra contra os egípcios.

A Época Baixa refere-se o período que compreendeu as dinastias XXVI, XXVII, XXVIII, XXIX, XXX e XXXI. Essa foi a época mais enfadonha do Antigo Egito, pois ela já começou com o domínio dos assírios, que conseguiram tirar toda a graça da nação com sua presença. Além da influência assíria, também passou a crescer bruscamente o número de gregos, que passaram a influenciar negativamente a cultura local. Nessa época, foi estabelecida a primeira comunidade ocupada unicamente por gregos no Egito, habitada por filósofos desocupados, vagabundos exilados, mendigos que não tinham onde cair mortos e um bando de fanboys de Hércules e Aquiles; enfim, tudo que havia de pior na Grécia Antiga e que nem mesmo os próprios gregos suportavam.

Também é um fato conhecido que assim que dominaram o Egito, os assírios não sabiam o que fazer com a nação, pois estavam pouco se fodendo para o lugar, sendo que só o dominaram mesmo para mostrar quem é que manda e botar os inimigos da linha. Assim, a administração egípcia passou a ser conduzida por uma série de reis saítas, que em geral eram apenas uns fracassados sem muita utilidade para o exército assírio, que eram designados para governar o país através de jogos de canastra, organizados sempre nos dias em que os assírios tinham uma folguinha.

Entretanto, o domínio assírio teria chego ao fim assim que alguns desses zé-ninguém se rebelaram contra o rei para conquistar novamente a autonomia egípcia. Como os assírios estavam cagando e andando para o que acontecia com o Egito, eles nem fizeram muita questão de impedir essas revoltinhas fajutas, e decidiram deixar os rebeldes com suas doces ilusões de que conseguiram fazer algo de útil e libertar o Egito. Entretanto, alguma influência assíria ainda permaneceu, e a canastra passou a ser o esporte nacional. Posteriormente, novamente por incompetência de seus governantes, o Egito acaba sendo conquistado pelos persas, uma nova potência mundial nos jogos de baralho, que estabeleceram seu domínio após vencerem os líderes egípcios em três campeonatos seguidos de canastra.

Dinastia Macedônica e Dinastia Ptolemaica[editar]

Cleópatra, uma das mais famosas governantes do Egito, reinou durante a Dinastia Ptolemaica.

Assim que foram dominados pelos persas, os egípcios se viram na maior furada de suas vidas. Desesperados, vários habitantes da região passaram a enviar emails e mensagens via Facebook para Alexandre, o Grande, implorando para que ele os libertasse dos persas, que tinham transformado o Egito num grande bacanal. De início, Alexandre apenas os ignorava, já que seu médico tinha lhe aconselhado a evitar qualquer tipo de estresse. Entretanto, a caixa de entradas de Alexandre nem carregava direito, pois além de só chegar 560 mgbs nas antigas Grécia e Macedônia, o único navegador disponível era o Internet Explorer. Assim, ele parte para dar um couro nos persas, tomando posse do Egito e fundando a Dinastia Macedônica.

Posteriormente, um tal de Ptolemeu I se enche de LSD e crack e passa a ter alucinações da visita de supostos anjos, que teriam lhe dito que ele nascera para governar. Com o seu ego inflado e sob a forte influência dos narcóticos, decide que seria o governante do Egito e ninguém poderia o impedir. Na época, vendo que ele era apenas um doido varrido com seu psicológico já detonado pelas drogas, as pessoas ficaram com pena e ninguém falou nada. Assim, teria surgido a Dinastia Ptolemaica, que recebeu esse nome pelo falta de criatividade de seus líderes, que assumiram todos o nome de Ptolomeu. Posteriormente o Egito teria sido dominado por pizzaiolos romanos e mais tarde por traficantes Árabes.

Governo[editar]

O faraó era o líder supremo do Antigo Egito, em geral podendo fazer o que lhe desse na telha. Um dos benefícios de ser faraó, é que mesmo que você não fizesse porra nenhuma, sempre levaria os créditos de tudo.

O chefão da coisa toda era o faraó, cuja única função era ficar desfrutando da vida enquanto seus lacaios e servos faziam todo o trabalho sujo. É claro que muitos faraós conseguiam fazer sua parte, mas é justamente em virtude da incompetência de muitos administradores que o Antigo Egito quebrou uma porrada de vezes, isso quando o país não virava uma terra de ninguém. Basicamente, era ele quem promulgava as leis e tudo indica que para amenizar as suas cagadas e varrer toda a sujeira para debaixo do tapete, essas leis eram definidas com base no senso comum. Ou seja, o conhecimento do povão e do próprio faraó, era a base para a legislação egípcia, pois assim, seu governo seria bem visto perante a população, que estaria tendo o que queria (além do fato de que isso dispensava uma série de códigos penais complicados que provavelmente ninguém leria).

Como queria evitar a fadiga, o faraó contava ainda com uma série de paus mandados que o ajudava em seu negócio. Assim, o faraó teria a sua disposição uma tropa de burros de carga para se virarem nos trinta enquanto ele dormia, ia para festas com seus amigos da alta sociedade ou saia de férias com a família em seu jatinho particular. O seu braço direito era uma espécie de vizir, que se encarregava de toda a burocracia da época, já que nem mesmo o faraó tinha saco pra cuidar daquela papelada. O vizir também atuava como o tesoureiro oficial, além de exercer os ofícios de bobo da corte, cozinheiro, sapateiro e levar as roupas do faraó para a lavanderia.

O sistema de punição para infrações no Antigo Egito era simples e prático: os acusados eram colocados na linha na base do porrete. O faraó tinha o direito de torturar qualquer vagabundo que cometesse algum crime na época, e os acusados sequer tinham direito a um advogado. A única coisa que podiam fazer era contar com a sua própria defesa e rezar aos deuses para que os julgadores caíssem em sua lábia. Os crimes menores eram decididos por um conselho de anciões (Kenbet), que nada mais era do que um conjunto de velhotes caquéticos que estavam ali para passar o tempo, já que na época ainda não tinham inventado o jogo de damas para eles se entreterem em partidas entre si. Já os crimes mais graves eram decididos diretamente pelo faraó e pelo vizir, e qualquer um que tivesse o azar de ser encaminhado para o mesmo, em geral não tinha um final muito feliz, já que os faraós detestavam ter que perder seus preciosos momentos de lazer para resolver problemas com vigaristas que não seguiam as regras.

Os crimes mais leves, entre os quais se inclui perturbação da paz pública, brigas de rua, xingamentos de mãe, roubo de gado e jogar lixo no Rio Nilo; eram punidos com especiais de porrada, multas impossíveis de serem pagas por gente pobre, mutilações faciais com escaravelhos sanguinários ou exílio. Já os crimes mais graves, como violação de túmulos, pedofilia, roubos milionários ou assassinato a sangue-frio; eram punidos com empalamento, abacinamento e decapitação com serrote. Em algumas ocasiões, os culpados eram usados como isca de crocodilo, torturados com longas e tediosas sessões de Lorde, ou enfaixados e mumificados vivos em sarcófagos repletos de besouros devoradores de carne humana, que iam devorando suas vítimas aos poucos.

Exército[editar]

As múmias ocupavam a linha de frente no exército egípcio, o que para elas não fazia diferença nenhuma, uma vez que já tinham ido pro saco mesmo...

A força militar também ficava a cargo do faraó. Em geral, o que caracterizava bons faraós no Antigo Egito era a sua capacidade de ser um estrategista nato e saber lidar com as questões militares. Se o faraó baixasse a guarda um momento, o Egito seria invadido por todo tipo de desgraça vinda de fora, e a nação com certeza viraria uma zona. A base do exército egípcio eram as múmias de combate. As múmias eram revividas por meio de rituais de necromancia, praticados pelos sacerdotes do período, e eram devidamente treinadas pelos generais mais experientes em batalha. Era um costume também reaproveitar múmias de disputas anteriores: depois de vencer uma batalha, um grupo de lixeiros era contratado para catar os restos mortais das múmias destruídas em campo, que eram costurados e novamente revividos. Essa medida fazia parte de uma forte política de não-poluição do meio ambiente, além do fato de que o reaproveitamento era mais barato do que a ressurreição de múmias.

Além das múmias, o exército também empregava humanos, para casos extremos de essas falharem. Em geral, os soldados eram compostos por egípcios com amor a pátria e mercenários a fim de um dinheiro fácil. Quando a coisa apertava, como medidas desesperadas, os raros prisioneiros que ficavam vivos eram obrigados a integrar o exército sob pena de execução ali mesmo. Mendigos ou outros miseráveis que em geral não tinham onde caírem mortos, eram recrutados e atuavam como patrulheiros do deserto, encarregados de defender o país de expedições de nômades vagabundos, ciganos ou testemunhas de Jeová. Eram designados também guardas marombeiros para proteger os cobradores de impostos, assegurando a extorsão diária da população. Na época, os coveiros também eram treinados na arte da guerra, e uma de suas funções era a de defender as necrópoles, cemitérios e pirâmides de saqueadores de túmulos e ladrões de vasos. Também existiam uns guardinhas medíocres que ficavam no meio da cidade para juntar no cassetete criadores de caso.

Agricultura[editar]

Além da agricultura, a escravidão, prática muito comum na época, também movimentava razoavelmente a economia do Antigo Egito.

A agricultura no Antigo Egito foi favorecida pelas constantes cheias do Rio Nilo, que eram completamente diferentes das cheias que em geral se vê em cidades grandes consumidas pela poluição (a essas cheias chamamos de enchentes). Em geral, isso fazia do Nilo, aos olhos da população, uma benção divina, presenteada aos humanos pelos seus queridos deuses. Em virtude disso, o Nilo era sagrado, e qualquer um que fosse pego jogando lixo ou urinando nele, era punido com mutilação das partes íntimas.

Tendo como base as cheias, a economia era dividida em três períodos. O primeiro período era o de inundação, onde em geral eram registradas as maiores taxas de invasão de crocodilos a propriedades. O segundo período era o plantio, onde as famílias de agricultores colocavam toda a sua prole de mais de 8 filhos para trabalhar na roça. O terceiro período era colheita, onde novamente a pirralhada era colocada para trabalhar com os pais sob ameaça de levarem uma surra de vara. O lamaçal entulhado após as cheias do Nilo também era aproveitado, já que ele era rico em todo tipo de sais minerais, nutrientes e outras nojeiras que as plantas precisam para crescerem fortes e saudáveis.

Trigo era usado para produção dos pães e cereais que eram servidos no café da manhã da criançada, e para tal era necessário uma grande quantidade do mesmo, sobretudo no campo, onde os casais eram como coelhos e tinham mais filhos que dedos. A cevada também era de suma importância, já que seria aproveitada na produção de cerveja para suprir as necessidades da grande quantidade de pinguços que existiam na época. O linho e algodão eram cultivados e utilizados na confecção das roupas cafonas que os egípcios usavam. Como na época ainda não existiam empresas desmatadoras para derrubar árvores e criar o famoso papel sulfite, os egípcios tinham que se virar com o papiro, que era cultivado só para esse fim.

Também eram criados pepino, alface e cebola, para serem rejeitados pelos pivetes na hora do almoço. Como não existia sal, era cultivado alho, alecrim, gergelim e todo tipo de coisa que se coloca na comida para mascarar o gosto ruim ou a falta de gosto da mesma. O orégano era muito importante nessas horas, pois ele dava um aroma de pizza a comida, além de ser ótimo para se dar aquela cheirada básica. Frutas como melancia, laranja, banana, uva e pêssego eram criadas em casa, e quando não enchiam de bicheira, serviam como ingredientes para doces e bolos, afinal de contas, os pais precisavam de alguma chantagem para fazer os filhos comerem os legumes e vegetais.

Pecuária[editar]

No Egito criavam-se cavalos, esfinges, serpentes peçonhentas e dragões do deserto para fins de guerra.

Além da agricultura, também tinha razoável importância a pecuária. Como os animais eram vistos como parte de um todo, até porque muitos deuses tinham cabeça de animais, sempre antes e depois de ser feito um churrasco daqueles de se lamber os lábios, os egípcios rezavam um terço para seus deuses em agradecimento ao rango.

A criação de bovinos foi de longe a mais importante, pois não serviam apenas como fonte de alimento, mas também como fonte de prestígio e status geral. Quanto mais bois a pessoa tinha, mais importante ela seria aos olhos da população. Em virtude disso, o roubo de gado tornara-se uma prática muito comum, sendo sujeito inclusive a punições severas. Além dos bovinos, desempenhavam papel secundário caprinos, ovinos e suínos.

As aves eram capturadas com estilingues ou armadilhas com rede, e antes de irem para a panela, eram engordadas com uma massa asquerosa que você não desejaria dar nem mesmo para seu inimigo comer.

Evidências de inchaço e alergias graves em múmias bem preservadas indicam que os egípcios também tentaram criar abelhas para produção de mel e cera, mas aparentemente, era uma prática tão fatal quanto a tentativa de domesticação de crocodilos.

Mineração e comércio religioso[editar]

Também existiam como fonte de divisas a mineração e os templos religiosos, que eram os lugares onde era arrecadado o dinheiro do dízimo e outras oferendas que os fieis enganados faziam aos deuses.

O mineral de maior importância da época era o ouro, embora ainda não existissem especialistas treinados que diferenciasse o verdadeiro do ouro dos tolos. Cobre era usado na confecção de ferramentas, e também se extraia chumbo, mas até hoje não sabe como eles conseguiam fazer isso sem morrer pela exposição aguda ao mesmo.

As práticas fúnebres eram bastantes populares, e o mercado de mumificações vivia em alta. Os embalsamentos eram cobrados conforme o tamanho do corpo: se a pessoa fosse baixa e magra, o preço era mais barato.

Caso o indivíduo sofresse de obesidade mórbida, devido ao trabalho redobrado para enfaixar uma criatura dessas, os preços aumentavam bruscamente. O mercado ilegal também existia, e práticas clandestinas de necromancia eram bastante solicitadas longe da vista das autoridades e do faraó.

Sociedade e cultura[editar]

Os egípcios viviam constantemente expostos aos perigos dos mais variados. Um simples banho poderia configurar-se numa experiência mortal.

Na hierarquia familiar, no topo estavam os gatos. Cabia aos demais membros da família, atender a todas as necessidades e exigências dos gatos, que ditavam as regras dentro da casa. Depois dos gatos, o segundo em comando era o pai, seguido da mãe de depois pelas crianças. Os valores eram ensinados de pai para filho, e caso o filho passasse da linha, ele era castigado com um belo de um corretivo do lado da orelha. Crianças que queriam ser alguém na vida, em geral iam para escolas militares onde qualquer pirralho que desobedecesse seria linchado ou obrigado a ajoelhar-se no milho. Apesar de as mulheres serem estritamente proibidas de terem mais de um parceiro, elas tinham o direito de dar um pé na bunda do marido, exigir divórcio e ainda por cima receber a pensão.

Os egípcios em geral eram politeístas. Os primeiros registros de práticas religiosas são de uma tribo de furries nas margens do Rio Nilo, antes da unificação do Egito, que oferecia sacrifícios humanos a criaturas humanoides animalescas. Posteriormente, essa tradição teria sido incorporada a cultura egípcia, originando assim a mitologia egípcia tal como a conhecemos.

A atividade de lazer universal era a música. Como ainda não existia o funk carioca para ser a música oficial dos pobres, todos, independente de classe social escutavam a mesma coisa: música ambiente, folk e New Age. Em relação as outras atividades, os ricos costumavam caçar e jogar golfe no meio do deserto, enquanto que os pobres, por sua vez, costumavam se aglomerar aos bandos para jogar baralho em botecos ou na casa de quem estivesse mais desocupado no final de semana.

Os egípcios costumavam habitar casebres de barro, uma eficiente medida contra o clima da região, já que o calor por lá era de rachar. Os egípcios em geral se banhavam no Rio Nilo, entretanto, era uma atividade muito perigosa, pois eles corriam o risco de serem atacados por crocodilos e hipopótamos, sem contar do risco constante de contraírem malária, esquistossomose e dengue. Além do mais, toda a grande quantidade de bactérias depositadas no rio na hora de tirar o encardume podiam contaminar o mesmo, e consequentemente quem bebesse da água do lugar. Depois do banho, para tirar o cheiro de cachorro suado, os egípcios catavam especiarias na cozinha e espalhavam pelo corpo.

Ciência[editar]

Por fim, existia entre a população médicos, arquitetos e matemáticos, que integravam a classe intelectual do Antigo Egito. Além das doenças causadas por todo tipo de parasita ou insetos aquáticos provenientes do Nilo, os egípcios tinham de lidar com severos problemas de reumatismo e artrose precoce, já que trabalhavam mais que burros de carga nas lavouras. Os mais estudados acabavam virando escribas, sacerdotes ou físicos, e em geral eram uns virgens que adoravam se engajar em suas atividades nerds. Alguns também viravam químicos, e ficavam trancafiados em seus laboratórios criando novos tipos de veneno ou achando maneiras de aproveitar a peçonha das víboras egípcias como armas biológicas em batalhas.

A arquitetura egípcia foi a que mais se destacou na Antiguidade. Com ajuda dos avançados conhecimentos proporcionados pelos alienígenas em suas visitas rotineiras a nação, os egípcios conseguiram criar grandes estruturas para fins religiosos, festivos ou macumbeiros. Para evitar a exposição do meio ambiente a cadáveres putrefatos e ao cheiro de podridão, os defuntos eram embalsamados, mergulhados em molho para amaciar carne, enfaixados, e amontoados dentro das pirâmides, onde poderiam ser revividos depois para inteirar o exército, ou simplesmente servirem como fonte de lendas urbanas e maldições para assombrar a população. Volta e meia os arquitetos se cansavam da mesmice e variavam um pouco, criando também estátuas gigantes de aberrações monstruosas.

Ver também[editar]