Amon

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Tutankamon.jpg

Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!

Cquote1.png Você quis dizer: Zeus Cquote2.png
Google sobre Amon
Cquote1.png Você quis dizer: Deus fodão Cquote2.png
Google sobre Amon
Cquote1.png Experimente também: Cquote2.png
Sugestão do Google para Amon
Cquote1.png Experimente também: Anubis Cquote2.png
Sugestão do Google para Amon
Cquote1.png Eles fizeram uma fusão que gerou o Amom-Rá! Cquote2.png
Viciado em Dragon Ball sobre Amon
Cquote1.png Eu tenho medo... Cquote2.png
Regina Duarte sobre Amon
Cquote1.png Rá era Amon, Áton e Rá tudo ao mesmo tempo, como é que ficou? Cquote2.png
Turma do Castelo Rá-Tim-Bum sobre Amon
Cquote1.png Não sei tico! Cquote2.png
criançinha de 5 anos sobre não saber nem o nome certo do cara
Cquote1.png AMONRÁ-ATON! RIARIAIRIARIARIA! e meu nome não é tico! Cquote2.png
Teco sobre sua piadea muita "boa"
Cquote1.png Não entendi e já é hora de parar com essas piadas sem sentido! Cquote2.png
Doutor sobre Piadas em artigo egípcio


Amon (à esquerda) e Mut em gravura da época. Perceba que ele era adepto da inversão.

Amon, na mitologia egípcia, era considerado o "deus dos deuses" (o Doutor Roberto dos egípcios). Alguns idiotas egípcios associavam Amon a , o Deus da pegadinha, criando uma fusão: Mumm-Rá Amon-Rá, Deus do sol, da vida e de todas as coisas meigas e fofinhas. Ele era representado com a forma de um homem em túnicas reais com duas plumas no cabelo, o que o torna o primeiro carnavalesco da história, e era acompanhado por sua puta particular, Mut, representada num corpo de mulher, mas com cabeça de abutre -- ou seja, podia estar morto que ela comia mesmo assim.

História[editar]

Amon era um desocupado que tocava na Família Lima, junto com seu irmão Lucas Lima (marido da Sandy). Um dia, ele foi ao Egito tocar sozinho seu violino, quando de repente, imaginem só: o nariz da esfinge caiu no chão só nos primeiros acordes do Amon. Com isso, assombrados, os egipcios começaram a venerar o poder de Amon, que passou a ser chamado do todo poderoso deus do Egito.

Originário de Campinas, a alegre cidade no interior paulista, Amon logo ficou acostumado ao luxo das suas roupas e aposentos e aos escravos eunucos de que podia usufruir. Porém, por ser um músico da pesada, que tinha necessidade de shows pirotécnicos e fãs enlouquecidas, a vida de divindade começou a aborrecê-lo. Nem mesmo os sacrifícios diários de virgens tinham mais qualquer graça. À noite, os sonhos molhados que tinha com seu concunhado Junior só serviam para esfriar sua conturbada relação com Mut, o que inclusive acabou levando-os para uma consulta com Márcia Goldschimidtotep, sacerdotisa responsável por tornar públicos e ridicularizar os problemas de casais.

Depois disso, não restou outra opção a Amon que não fosse fugir. Afinal, ficava muito difícil venerar um Deus que tivesse pinto pequeno e fosse ruim de cama -- pergunta só pra sua namorada se ela te venera. Assim, numa noite escura e sombria, Amon pulou pela janela e se pirulitou, permanecendo escondido até 1998, quando fez sua primeira aparição no Programa do Gugu ao lado dos irmãos violinistas. Por isso, no idioma egípcio seu nome também pode ser pronunciado como ỉmn, que significa O escondido. Como esse som soa perigosamente semelhante ao que faz alguém que está cagando, ele foi alterado rapidamente para Yamānu, o que torna a religião egípcia uma verdadeira bagunça.

A fuga[editar]

Estatueta em ouro de Amon, que pode ser adquirida em qualquer camelô.

Logo após fugir do palácio em que vivia, Amon tomou um navio expresso Alexandria-Santos, onde permaneceu a viagem inteira escondido dentro de um barril carregado de laranjas para evitar ser reconhecido. Já que não deixava o local nem para tomar banho ou ir ao banheiro, o mau cheiro que passou a exalar depois do terceiro dia de viagem (de um total de 42) fez com que ninguém quisesse abrir o barril, acabando por matar toda a tripulação de escorbuto.

Mesmo sozinho, Amon conseguiu manobrar o navio com sucesso até a costa brasileira, de onde partiu rumo a Campinas. Como não possuía bússola ou GPS, ele guiou-se pelo frescor da cidade e acabou encontrando-a depois de 24 meses de caminhada. Ele levou tanto tempo porque havia se confundido, no caminho, com as cidades-irmãs Pelotas e Campos dos Goytacazes, bastante semelhantes à sua cidade natal. Lá estabeleceu-se e voltou a tocar alegremente com seus irmãos, feliz por empunhar novamente o arco do violino.

Versão da fuga contada nas escolas egípcias[editar]

Como tudo que envolve deuses, o sumiço de Amon foi revestido de grandes e maravilhosas lendas. Segundo dizem, Amon teria sido levado por um enxame manada cardume bando de Gansos selvagens comandados por , o deus da surdez, que queria um músico para entretê-lo. Como esse deus era surdo, Amon poderia ficar tocando para ele (sem trocadilho, por favor) o resto da eternidade que ele jamais ouviria. E foi o que aconteceu. De acordo com a lenda, ele estaria até hoje tocando seu violino para Hã, que permanece incapaz de ouvi-lo. O que é uma grande estupidez, já que Amon tem diversos discos gravados e poderia deixá-los tocando para evitar a fadiga.

Os 72 demônios

Baal - Agares - Vassago - Samigina - Marbas - Valefor - Amon - Barbatos - Paimon - Buer - Gusion - Sitri - Beleth - Leraje - Mefistófeles - Eligos- Zepar - Botis - Bathin - Saleos - Pierson - Marax - Ipos - Aym - Neberius - Glasya-Labolas - Bune - Ronove - Berith - Astaroth - Azazel - Forneus - Foras - Asmodeus - Gaap - Furtur - Marchosias - Stolas - Phenex - Halphas - Malphas - Raum - Focalor - Vepar - Sabnock - Shax- Vine - Bifrons - Uvall - Haagenti - Crocell - Furcas - Balam - Alloces - Caim - Murmur - Orobas - Gremory - Ose - Amy Rose - Orias - Vapula - Zagan - Valac - Andras - Haures - Andrealphus - Kimaris - Amdusias - Belial - Decarabia - Seere - Dantalion - Andromalius - José Sarney