Alminha

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Eyeless jack scare.jpg Este artigo é ASSOMBRADO!

Alguma assombração que atravessa paredes e adora pregar peças em cagões
está vigiando este artigo, então cuidado com os objetos flutuantes e não vandalize,
ou ele virá puxar seu pé enquanto dorme.

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Alminha fez pacto com o CAPETA!
Então é melhor nem se meter com esse artigo, senão o capeta vai atrás de VOCÊ!!!

Alminha, o amor em pessoa (ou não)!

Cquote1.png Você quis dizer: Penadinha? Cquote2.png
Google sobre Alminha
Cquote1.png Experimente também: Loira do Banheiro Cquote2.png
Sugestão do Google para Alminha
Cquote1.png Isso que é amor pós-morte! Cquote2.png
Qualquer um sobre Alminha e Penadinho
Cquote1.png Minha gatinha Fantasminha! Cquote2.png
Penadinho sobre Alminha

Apresentação[editar]

Alminha, assim como todos os outros moradores do cemitério presente na Turma do Penadinho, que é o único existente em todo o gibi (eles são um grupinho à parte da Turma da Mônica, meio... digamos, morto), é mais uma personagem que não se pode dizer que está muito viva, porém, mesmo assim, se encontra prontinha para aprontar todas com essa turminha do barulho, em confusões que até Deus duvida (e o Diabo também, já que alí é o Purgatório). Moradora do cemitério desde sabe-se lá quando, Alminha foi a única personagem que conseguiu realmente tirar o fantasma camarada Penadinho de seu total estado de emice, além de ser a única de todo o gibi que realmente é mulher no grupo cheio de homens (ou pelo menos foi mulher, já que morreu), claro que ainda tem a Dona Morte no time, mas falam que ela é demais frígida na cama, sem falar ainda que ela é (oras!) a morte, quem iria namorar com ela garota fatal afinal?

A morte de Alminha[editar]

Alminha e seu macho namorado pós a vida Penadinho!

Totalmente dependente no cemitério de seu pedaço de pano espectral na forma de um kawaii amigo branco e boa praça. Ninguém tem ideia de como foi a sua vida na Terra, assim como o passado total de cada um dos personagens da Turminha, que já foram escritos e desenhados da forma que são e sem nenhum passado aparente. Porém, fofocas especulações é o que não faltam em se tratando da fantasminha namorada de Gasparzinho Penadinho. Acredita-se que, enquanto viva, Alminha tenha tido o nome de Alma (bem óbvio, já que também pode ser o seu sobrenome no diminutivo), sendo uma mulher da alta classe (sim, a famosa Zelite) e uma socialite invejável (ou seja, era uma total desempregada, mas tinha muito dinheiro advindo de heranças milionárias), por isso que o seu lençol é o mais limpo do cemitério e é uma das únicas fantasmas que tem cabelo em todo o desenho (fora a Loira do Banheiro, mas isso é um caso a parte, sem detalhes).

Vivendo a vida no mais puro luxo, comendo caviar, indo para Milão e falando trocentas línguas, Alminha acabou se casando cedo, em um casamento arranjado por seus detestáveis pais, que tinham conseguido para ela a mão (e o corpo inteiro) de um "Duque de Sei lá das quantas". Mesmo a contra gosto, Alminha se casa com o boy, porém, é morta pelo golpe do baú aplicado por seu marido. Quando eu falo em golpe do baú, eu não falo que o Duque se casou com ela por dinheiro (apesar de ser verdade isso), mas sim que ela morreu com a queda de um baú enorme na sua cabeça, causada pelo próprio Duque durante a sua mudança para o seu novo casarão em Noruega, mas isso acidentalmente, claro (ou não). Foi então que Alma conhece a sua primeira amiga do seu mais novo lar (a sete palmos do chão) Dona Morte, que lhe apresenta a todos os mortos moradores da localidade sepulcral. E foi no meio de tanta gente, que Alminha acabou vendo aquilo que não esperava encontrar nem em vida, o seu verdadeiro amor.

Penadinho, meu amor[editar]

A bolha ectoplasmática por quem Alminha se apaixonou, Zé Gotinha Penadinho.

Entre todos os milhares de presuntos presentes naquele humilde e eterno endereço, Alminha conheceu Mortinho Defuntinho Penadinho, um simpático fantasma sem nenhum joelho, com a cabeça em forma de pêra e com uma barriga avantajada, sendo que o que ele somente tem dentro de sí é vento e mais nada (mas, mesmo assim ainda é gordo), mas foi sua bizarra simples forma (de balão) que lhe chamou atenção nele a primeira vista e ambos se sentiram atraídos um pelo outro (ou não, Penadinho é meio morto no lance). Dona Morte foi então a responsável em fazer a "linha do amor" entre os dois espíritos, para ver se (pelo menos num cemitério) alguém finalmente saía daquela monotonia que era a morte e causasse um pouco de animação no local (ao invés de ficar culpando a Dona Morte de ser a culpada de todas as desgraças que rolavam por alí, sem a culpa é da morte). Depois de ter feito a linha entre os dois (apesar de ser conhecida como a quem desfaz a linha da vida), Alminha e Penado começam a sacanagem namorar.

Passaram-se os tempos (a eternidade, pra ser mais sincero) e, como ainda não reencarnaram (Dona Cegonha ainda não fez essa ilustre visita para nenhum deles dois), Alminha e Penado continuam firmes e fortes em seu namorico non sense. Apesar de tentarem, nenhum deles conseguem sequer pegar um no outro, afinal, por serem fantasmas, cada passar purcima por dentro um do outro, como ventos opostos, mas mesmo assim eles são felizes nesse amor de faz de contas (ou não). Apesar de ser uma fantasma e não poder mais sentir nenhuma satifação mundana, Alminha também desperta o desejo nos outros integrantes da Turminha do Cemitério, para o azar (e a cabeça) de Penadinho, que tem que ficar de olho em seus "amigos" da onça para que eles não furem o seu olho inflável e lhe roubem a garota pela qual demorou quase mais de uma vida para achar (afinal, ele só achou a certa depois que morreu). E essa é a curta (mas real, ou não) história de vida de Alminha, que ainda terá muito para se contar no futuro e por toda a eternidade.

Ver também[editar]