Afrika Korps

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Google sobre Afrika Korps

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União dos Negros Nazistas sobre perseguição do Afrika Korps

O Afrika Korps, também conhecido como Afrika Inc. ou AK (não confundir com outro AK) vem do alemão Corporação Alemã para Desenvolvimento Racista Econômico e Social da África. Foi uma empresa construída pelos alemães para desenvolver projetos racistas, preconceituosos e holocaustivos sociais nesse mesmo cu de mundo.

Origem[editar]

Trabalhador do Afrika Korps

O Afrika Korps foi fundado por Otto von Bismarck, para que a Alemanha pudesse assegurar no mínimo uma fatia de pão como colônia(lembrando que, como os alemães estavam com uma baita indigestão causada por joelho de porco com chucrute, cerveja e salsichão, eles não tiveram tempo de fazer nenhuma colônia, apenas perfumes baratos da Avon, o que era motivo de chacota por toda a Europa). Com a criação da companhia, os alemães pretendiam dizer que pelo menos possuíam alguma terra fora da Europa. No começo, o AK explorava minas de carvão com a ajuda da população local, e auxiliava em projetos sociais, como extermínio da população inútil, e para diminuir a fome nas aldeias, matava quase todo mundo, para que tivesse alimento para todos. Nem o Greenpeace ou a ONU fariam melhor!

Operações Econômicas[editar]

Nesta fase rudimentar, o Afrika Korps realizava pequenas incursões ao interior do continente africano, a fim de conseguir mão de obra barata e qualificada para a Alemanha, exploração de petróleo carvão e colheita de frutas tropicais, como banana, jaca e melancia. Ele também fazia serviços terciários(ou seja, mais de três coisas ao mesmo tempo), como telemarketing, coleta de lixo e pescaria. Ele utilizava mão de obra local, ou seja, africanos; sendo que os mais bem-pagos eram os oficiais alemães. Isso provocaria graves disputas.

Revolta dos Malês A Greve[editar]

A insatisfação da população local com os salários pagos, corrupção no governo, a cotação do dólar e a derrota da seleção local para a Tanzânia na semifinal da Copa Mundial do 3º Mundo levou os empregados(africanos) do Afrika Korps a se rebelarem contra o puro e superior comando alemão da sagrada raça ariana, Heil Hitler! conselho da diretoria. Então, no dia 31 de fevereiro de um ano qualquer, os operários, telefonistas, faxineiros, limpadores de janela e demais empregados aleatórios entraram em greve. O puro e superior comandante alemão da sagrada raça ariana, Heil Hitler! presidente na época, Milkau Schauzerhaufengoβealitzwerner, ordenou que os policiais entrassem atirando, para conter a revolta, dita como comunista. Resultaod:todos os grevistas morreram, ams a imagem de Schauzerhaufengoβealitzwerner ficaria de tal forma comprometida que a direção nomearia um novo presidente: Erwin Rommel.

A era Rommel[editar]

Rommel na infância

Rommel, também conhecido como a raposa do deserto, foi, sem dúvida, o melhore presidente que o AK teve. Durante sua presidência, o Afrika Korps expandiu seus negócios pela África, entrou com ações nas bolsas de valores do Congo, do Zimbábue e de Mali, e entrando em novos ramos de negócios, como a construção de casas, de fossas sépticas e de transporte público. Rommel também modernizou o sistema então adotado pela empresa, fazendo com que ela entrasse na era globalizada dos anos 30. Ele também implementou o fordismo (ou seja, a produção de carros da Ford) na AK.

Influências de Hitler no AK[editar]

Executivos do AK indo para uma reunião.

A ascensão de Hitler na Alemanha levou a uma completa remodelação no perfil empreendedor do Afrika. Seguindo uma fórmula apresentada no Pequenas Empresas & Grandes negócios, Hitler começou a influenciar as decisões tomadas pelo puro e superior comando alemão da sagrada raça ariana, Heil Hitler! conselho diretor. As remodelações fizeram com que o Afrika parasse de investir nos programas sociais e na ajuda da população. Estes procedimentos contaram com a aprovação de Rommel. Nesses primeiros anos do novo modelo econômico, o crescimento econômico do Afrika Korps ainda seria acentuado, mas sem o mesmo vigor. Contudo, com o começo da 2ª Guerra Mundial, o Afrika entraria em uma crise econômica irrecuperável.

A atuação do AK na 2ª Guerra[editar]

Parte 1[editar]

Com a eclosão da 2ª Guerra, o Afrika Korps dirigiu todos os seus esforços para ajudar a Alemanha. Assim, diminuiu os salários e aumentou a jornada nas estrelas de trabalho, o que levou a novas insurreições trabalhistas, contudo sem o mesmo vigor. A ocupação anglo-escoço-galeso-irlandesa no norte da África, instalando empresas como a British Airways, a Shell, a Jaguar e etc., quebrando o monopólio econômico que o Afrika exercia na África. Apesar de ainda possuir empresas em diversos outros países, a economia do AK foi abalada porque grande parte dos trabalhadores passou a trabalhar para os ingleses. Coincidente, nessa mesma época, as sedes do Afrika Korps passaram a sofrer vandalismos, o que levou à sua total entrada no conflito.

Parte 2[editar]

A partir daí, as empresas do Ak voltaram toda a sua produção para o esforço de guerra, parando de produzir ônibus e casas para construir tanques e casamatas. A ajuda do AK foi fundamental para que a frente africana se mantivesse em favor do Eixo nos primeiros momentos. Contudo, com o esforço dos trabalhadores e as derrotas alemãs na frente russa levou a uma paralisação geral dos trabalhadores por meses. A crise econômica, que já estava clara desde a intervenção de Hitler nas decisões da empresa, se acentuou. A partir daí, seria um beco sem saída.

A falência[editar]

A paralisação dos trabalhadores foi resolvida da velha maneira:com invasões e tiros. Contudo, dessa vez a repressão não funcionou, 2/3 dos trabalhadores do Korps se demitiriam e ingressariam nas empresas britânicas. As pressões aumentaram para Rommel, que se demitiu do cargo em 5 de março de 1942. Uma semana depois, era decretada a falência oficial do Afrika Korps. Rommel seria banido da Alemanha e pediu axílio nos EU e A, onde viveria até o fim da vida(óbvio)dando palestras sobre empreendedorismo, claro.

Ou não[editar]

Alguns críticos, como Lilian Wite Fibe e Biu Goiaba, acreditam que o Afrika Korps continua a existir, atuando como uma holding que coordena a atuação das empresas alemãs pelo mundo. De acordo com Wite Fibe, o "atual Afrika Korps" regulamente as ações de...