Afeganistão

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Də Afġānistān Islāmī Imārat
Emirado-Bomba do Afeganistão
Kaboomstão
Bandeira do Afeganistão
Brasão de Armas do Afeganistão
Bandeira Brasão
Lema: Invadido hei de ser e nas montanhas vou me esconder
Hino nacional: Explosão - Tchakabum

Localização de Kaboomstão

Capital Kabum
Cidade mais populosa Kabum
Língua Analfabetês árabe e Analfabetês persa
Religião oficial Explosivismo 50%, Islamismo 50%
Governo Monarquia Totalitarista Terrorista
 - Califa Osama Bin Laden
Heróis Nacionais Inventor da pólvora, Taleban, Maomé
Área  
 - Total 652.090 km² sofrendo intenso bombardeio km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo Altíssimo: Alto  
População 15 milhões (seria 50 milhões antes da guerra, mais a maioria já explodiu) 
PIB per Capita 100 reais 
IDH Baixo, ruim, pobre...  
Moeda Ópio (Op$)
Fuso horário Meridiano de Infra-Redwich
Clima Desértico
Website governamental Os servidores do Afeganistão foram destruídos pelas explosões antes de bombarem na internet


Cquote1.svg O Afeganistão não é um dos melhores lugares do mundo para se viver. Cquote2.svg
Capitão Óbvio sobre Afeganistão
Cquote1.svg Yes, we can!! Cquote2.svg
Barack Obama sobre armar e fortalecer os terroristas do Talibã
Cquote1.svg Çim nóis póde!! Cquote2.svg
Campanha escrita pelo próprio presidente Lula para tentar puxar o saco do Obama dizer que "nóis pode" ajudar os pobres terroristas do Taleban

O Afeganistão era o maior alvo para aviões de caça construídos pelos Estados Unidos, atualmente desativado devido à morte de Osama Bin Laden, mas ativado de novo recentemente. Mas preste muita atenção, porque daqui a pouco um outro barbudo de turbante vai pintar a Casa Branca de preto, e os Estados Unidos voltarão a reativar o Afeganistão. Enquanto isso não acontece, a ONU, a União Soviética e a FIFA dormem de touca, fingindo que o Afeganistão é um país soberano da Ásia. O Afeganistão fica localizado entre outras duas grandes potências mundiais: os reinos de Ondequistão e Indigestão (maior produtor mundial de antiácidos).

O Afeganistão é um país tão incrível que os persas, hindus, mongóis, mogois, macedônios, ingleses, russos, comunistas, talibãs, americanos e muitos outros povos já tentaram dominá-lo!

História[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: História do Afeganistão

Antiguidade[editar]

Ninguém sabia como, nem quando, o país foi fundado. Mas após o consumo de muita cachaça, os historiadores finalmente decidiram que foi em 30.000 a.C., e chamaram esse início de "Báctria", em homenagem às bactérias... Algum tempo depois, em 1500 a.C., é fundada uma associação que mais tarde se tornaria um parlamento, denominado PIABA (Parlamento Internacional de Apoio às Borboletas do Afeganistão), criado com o objetivo de proteger a fauna local. O evento de inauguração foi um sucesso e juntou gente por aquela região aos poucos, dando origem ao que se entende hoje por "afegão".

É no ano de 1444 a.C. que o primeiro rei afegão domina o Afeganistão. Porém, ele morre de diarreia na semana seguinte. E assim estoura uma guerra civil de mais de mil anos, até o ano de 664, quando os russos aparecem com sua tecnologia de raios laser e matam os afegãos. No ano seguinte, é a vez dos vikings russos também matarem os afegãos zumbis, e no ano de 666 foi instaurado o domínio Viking (que não durou tanto, pois em 667 os africanos expulsaram os vikings e colonizaram a região).

Califados e canatos[editar]

Dos anos 632 d.C. a 1747 d.C., o Afeganistão fez o que sabe fazer de melhor: ser invadido. Todos os povos possíveis e imagináveis tentaram invadir o Afeganistão, mas os que mais insistiram nisso foram os islâmicos e os mongóis. Sempre algum neto perdido do Gengis Khan dominava a região, ou então algum doido de turbante. Todos ávidos em dominar o rentável comércio de leite de burra, que torna a região tão cobiçada até hoje.

Criando o Afeganistão[editar]

No início do século XIX, os ingleses chegam ao Afeganistão e, após muita negociação e umas três guerras, o compram. O pagamento foi feito através da entrega de quinze toneladas de hambúrgueres, três mil barris de cerveja e oitocentas prostitutas holandesas. Depois da orgia de comemoração, a primeira coisa que fizeram foi inaugurar aquilo com o nome de Império Durrani.

Apesar dos britânicos estarem com a posse do Afeganistão, em 1944 a URSS invade o país, aparentemente em busca de espaço disponível para construir fábricas de vodka e de gente deformada, além de plataformas para lançamento de foguetes. Desistem logo em seguida, pois tiveram que enviar seus soldados para um conflitozinho mais a oeste, largando o Afeganistão às moscas para o Talibã fazer a festa.

Em 1942 nasce o sósia de Osama bin Laden, um homem chamado Caetano Veloso. Como ele ainda não tem porra nenhuma a ver com isso, em 1957 nasce o Osama bin Laden verdadeiro, o homem que viria a revolucionar mais uma vez a importância mundial do Afeganistão. Não demorou muito para que acontecesse uma nova invasão soviética em 1979, mas por sorte os afegãos conseguem vencer uma batalha definitiva em 1989. Os soviéticos, que já estavam falidos, são expulsos, e inicia-se um duradouro e próspero período de guerra civil.

Invasão americana[editar]

Na falta de gente para botar ordem na casa, o Talibã toma o poder em 1996. Entre as principais medidas adotadas pelo novo governo estavam proibir as mulheres de andarem sozinhas e mostrarem os rostos em público, obrigando-as a usar uma tal de burca e explodirem estátuas milenares de Buda de valor histórico e cultural incalculável. Entre as várias peripécias desse grupo, uma delas era fingir esconder o Osama bin Laden enquanto este teria uma vida boa no Paquistão.

Mas só porque jogaram dois aviões no World Trade Center e um no Pentágono, os Estados Unidos decidiram invadir do nada o Afeganistão em 2001, tudo isso só para estuprar o sósia do bin Laden, o Caetano, aquele carinha mencionado anteriormente. Mas falham na tentativa de livrar as mulheres locais da burca, cortina preta que elas ainda são obrigadas a vestir até hoje.

Em 2006, metade da população morre de tédio, porque a atenção voltou para a Guerra no Iraque, mas em 2007 o tédio acaba e os afegãos partem para a guerra de novo porque sempre é possível explodir mais bombas por ali. Para governar o país os Estados Unidos colocaram ali em 2014 um fantoche chamado Ashraf Ghani, e ficariam assim indefinidamente se em 2021 não quisessem ir embora do Afeganistão.

Somente em 2021 o fã-clube do Tunak Tunak Tun pode se reunir na sede do governo do Afeganistão.

A retirada das tropas americanas do Afeganistão em 2021 obedeceu com exatidão todos os protocolos militares estadunidenses. Então, assim como a Queda de Saigon de 1975, a saída dos americanos do Afeganistão de 2021 foi feita a moda caralho: Simplesmente entrar no avião, ir embora, e mandar um "se fode aí". Os Estados Unidos que gastaram 2 trilhões de dólares com essa guerra, assim que saíram viram o Taliban assumir o governo no dia seguinte, voltando a tudo como era em 2001, porque o então presidente Ashraf Ghani fugiu do país após proferir sua célebre frase: "Eu ficar com essa pica? To fora", deixando tudo à mercê do povo afegão que agora com o novo governo possuem várias liberdades individuais, como a liberdade de se agarrar na fuselagem de aviões da US Air Force para fugir do país.

Eventos recentes[editar]

Para mais informações sobre a história contemporânea do Afeganistão, consulte: Counter-Strike.

Geografia[editar]

O Afeganistão é um país da Ásia, embora o mapa do War não nos diga nada disso. Mas com um pouco de seriedade, podemos descobrir que fica na chamada zona do agrião asiático, ou seja, naquela região onde é politicamente correto explodir coisas e andar nas ruas carregando um RPG. Fica portanto em algum lugar perto do... ah, sei lá, ou é na África, Ásia ou Oriente Bomba.

A maior parte do relevo do Afeganistão é montanhoso. Uma exceção notável a isso são as planícies de Toba pra Carcar e Chagai-I (anteriormente lindos bosques verdejantes), que foram bombardeadas até serem transformadas em planícies desérticas. A primeira porque achavam que Osama bin Laden estava escondido ali, e a segunda porque era onde o Paquistão tinha espaço para fazer os testes de sua bomba atômica. Devido às grandes montanhas e um relevo muito acidentado, existem muitas cavernas espaçosas localizadas em todo o território do Afeganistão. Cerca de 90% dos afegãos vivem nessas cavernas, onde ficam escondidos do mundo (e do exército americano); estes seres aparecem na luz do dia apenas na presença de forasteiros e estrangeiros, contra os quais se envolvem constantemente em revoltas sangrentas. Além das montanhas e das cavernas, o Afeganistão é conhecido também por suas exuberantes fazendas de terra batida, onde a sujeira, a poeira e os escombros são cultivados diariamente pelos aldeões. Tais fazendas, embelezadas por esses produtos de excelente qualidade, engrandecem ainda mais os três atributos pelos quais a região é bem conhecida, que são: o vazio cênico, o sentimento de que algo terrível vai acontecer, e o instinto suicida.

População[editar]

O mundo ficou chocado em 1985, quando comprovou-se que existiam mulheres bonitas no Afeganistão, apesar de surradas, maltrapilhas, e com olhar psicótico. Nesta imagem vemos Bruno Gagliasso, fotografado pela National Geographic.

País com mais de 35 milhões de habitantes, é bem rico e a segunda maior superpotência mundial em fazer merda (perdendo apenas pro Cagaquistão) e sofrer catástrofes. O seu povo, sempre respeitando a teoria da seleção natural, é formado por pessoas capazes de viver sob condições lastimáveis sem reclamar. O corpo de cada afegão é especialmente adaptado para viver comendo terra, sem água nem alegrias, a fim de se comportar bem nos ambientes mais escuros de cavernas inóspitas.

Sua cidade mais populosa é a cidade de Kandahar, a qual conta com 2,5 milhões de habitantes nativos e 2,8 milhões de militares, situada à beira-mar, ou seja, no meio dos mares. Já a capital e sede do pseudo-governo afegão fica em Caboom.

Política[editar]

Atualmente, o Afeganistão encontra-se democratizado; graças ao esforço do bom e velho Tio Sam, hoje os afegãos podem votar e escolher democraticamente seus líderes. Como todos são coagidos a votar no Taliban, senão têm sua família estuprada, seus dedos são cortados e o seu crucifixo é enfiado por inteiro no orifício anal, esse partido acaba tornando-se o mais popular, instaurando no país um lendário regime denominado "Democracia de Fachada Terrorista". O Afeganistão é um país bastante livre, leia-se: livre até para matar, para explodir, e para aterrorizar. Grandes potências estrangeiras ocidentais implantaram um partido político de oposição chamado Aliança do Norte, embora seja só um fantoche.

Nesse país, as mulheres têm o direito de não terem direitos. Tal prerrogativa foi um modo inteligente e bem-sucedido de impedir que existam feminazis no Afeganistão, problema atual das nações ocidentais que não existe na desenvolvida política afegã.

Subdivisões[editar]

O Afeganistão divide-se em 33 províncias desde 1989, após a ocupação dos Estados Unidos e a implementação de mapas no país. Cada província foi nomeada com um palavrão de baixo calão, para mais fácil memorização, como Cu Duro, Pega na Minha Benga, Sua Puta e tantas outras.


Economia[editar]

Carro popular afegão.

O Afeganistão é considerado o único país do mundo onde é possível comprar uma ovelha, um avião e 355 toneladas quilos de ópio por 1 dólar e cinquenta centavos. A economia do Afeganistão é, portanto, movida ao comércio de papoula, e é lá que é produzida a heroína mais pura do mundo. Em relação ao Brasil, infelizmente ainda não podemos injetar heroína afegã de qualidade na veia, devido aos impedimentos alfandegários e à concorrência de todos os fabricantes europeus de cascalho. O lado bom da economia afegã é que não há Previdência Social no Afeganistão, porque lá não existe (e nunca existiu) população idosa.

O Afeganistão, localizado tão perto de grandes potências econômicas mundiais, sempre teve uma economia vital e vibrante. A sua localização na Rota da Seda fez do país um tradicional centro de comércio historicamente importante. O Afeganistão continua a contar com esse comércio, importando militares dos mais diversos países, bombas, escombros e minas terrestres, enquanto em troca exporta ópio, terroristas, cascalho e cadáveres. Desses itens, a principal exportação do Afeganistão é o primeiro: o ópio do Afeganistão representa 90% da heroína da Europa, o que explica porque a ONU se preocupa tanto com os assuntos envolvendo o Afeganistão. E é por isso que os Estados Unidos também gostam de bombardear o Afeganistão, afinal, eles querem que a Europa fique inferior à América.

A "economia" afegã baseia-se principalmente no cultivo, coleta e processamento de papoula e outros opiáceos, que constituem 68% do PIB (Pobreza Interna Brutal). Os outros 30% são obtidos da fabricação e do tráfico de armas e, por último, os 1% restantes são o resultado de múltiplas fraudes na Internet. O motivo do país possuir um dos setores agropecuários mais fracos do mundo é que os hortifrutigranjeiros no país são geralmente cultivados em cavernas escuras e regados com petróleo, o que não resulta exatamente no melhor produto para o consumidor final. Esse é o motivo também de se acreditar que os afegãos são todos terroristas, o que é uma injustiça, porque as hortaliças, quando regadas com petróleo, se tornam extremamente inflamáveis e explosivas. Então, muitas vezes, quando alguém morde uma delas, o calor presente na boca causa uma explosão totalmente inesperada e involuntária, seguida de mortes chocantes. Essa é a verdadeira história por trás dos supostos homens-bomba.

Na área pecuária, camelologistas afegãos, licenciados em camelologia pela Universidade Muçulmana de Camelologia Avançada de Cabul (UMCAC) conquistaram grandes progressos para provar a teoria da geração espontânea na areia infértil, que é contada pela nação desde os primórdios. Após décadas de inúmeras investigações, eles conseguiram obter camelos bebês do subsolo das areias do deserto, depois de derramar apenas um pouco de sêmen de camelo adulto no local. Não só conseguiram uma fonte sustentável de recursos e a abertura de um campo comercial novo, como também puderam empregar centenas de cidadãos, assim que surgiu a excelentíssima profissão de masturbador de camelos. Tal feito deixou centenas de afegãos felizes, além de converter muitos vegetarianos que estavam morrendo de vontade de experimentar um sanduíche de camelo grelhado e que agora não precisam mais se preocupar com o fim da espécie. Estima-se que a agricultura de camelos hoje deverá representar 99,99% da atividade econômica líquida do Afeganistão em 2685.

Infraestrutura[editar]

Educação[editar]

No Afeganistão, quem não cumprir o serviço obrigatório de homem-bomba, morre executado. Não há reclamações quanto aos instrutores dos homens-bomba, que explicam e demonstram tudo somente uma vez, tanto é que o nível de aprendizado de um homem-bomba é de 100%.

Os afegãos são conhecidos por fazerem parte do seleto grupo das pessoas mais bem instruídas do mundo. A cura do câncer, a fusão a frio, e a transubstanciação da matéria são apenas alguns dos muitos avanços do conhecimento que estão ao alcance até dos afegãos mais simples. Felizmente, a natureza nunca para de encontrar seu equilíbrio, e ela não permite que esse pequeno grupo de mentes hiperdesenvolvidas assuma o controle do mundo, destruindo repetidamente e sucessivamente os afegãos, sempre dando um fim em todos os seus bens mundanos e em qualquer pedaço de terra que eles tentem a visitar.

Segurança[editar]

A polícia do Afeganistão possui autoridade total e irrestrita para atear fogo, cortar a cabeça e estripar (não necessariamente nessa ordem) qualquer criança que se atreva a usar uma chupeta após completar quatro anos, dois meses e cinco dias de idade.

Cultura[editar]

Um sucesso afegão, o viral Oppa Afghani Style, música conhecida no mundo inteiro.

Revólveres e pistolas são brinquedos de criança. Já as metralhadoras são instrumentos de trabalho de um estudante afegão. Enquanto bazucas são instrumentos de trabalho de um pai de família. E armas de destruição em massa, mísseis teleguiados, morteiros e outros itens podem ser comprados no cartão de crédito em 24X nos shoppings das cidades, dependendo do dia. Sua venda só é proibida para menores de 6 meses de gestação. Desde cedo, as crianças aprendem a dar valor à morte, mas são alertadas constantemente sobre a vida, que é considerada subversiva, portanto devem se afastar dela. Neste país de cultura singular, qualquer afegão que completa 26 anos é preso, torturado e executado, porque estava vivendo errado.

Ao se casar, o afegão recebe um cronograma de produção de filhos mirins de homens-bomba. Por isso, ao se masturbar, o homem afegão deve explodir imediatamente o esperma ejaculado, para que este não tenha chance de sobrevida.

A pedofilia é amplamente aceita, por isso os homens afegãos adoram Bacha Bazi, dança executada por jovens rapazes impúberes que se vestem de mulher e que dançam de forma erótica, antes de serem assediados e estuprados.

A roupa tradicional dos homens afegãos é muito semelhante à árabe, consistindo em trapos, um turbante e uma AK-47, embora aqueles de mais alto prestígio apareçam carregando RPGs. Já a roupa feminina consiste em uma cortina preta que cobre todo o corpo, exceto os olhos, o que as faz parecerem aqueles fantasmas típicos dos desenhos animados.

Esportes[editar]

Basicamente uma paixão nacional, o Buzkashi é, de longe, o esporte mais popular do Afeganistão. Pessoas de todo o país se reúnem e observam os jogadores andando de cavalo em alta velocidade, ao mesmo tempo em que transportam a carcaça de um bovino ou caprino. Para marcar pontos, um cavaleiro precisa arremessar o cadáver numa rede, isso caso não seja surrado pelas equipes adversárias durante a disputa pelo animal. A origem deste tradicional esporte afegão não é clara. No entanto, muitos acreditam que é simplesmente uma maneira de irritar as pessoas vizinhas, da Índia, que adoram as vacas. Embora diferentes variações do esporte tenham sido criadas ao longo dos anos (com o lançamento de cadáveres de comunistas, por exemplo), o Buzkashi original ainda mantém seu domínio como o esporte mais popular do país. O segundo esporte mais popular no Afeganistão é o banho de sangue, introduzido pelos Estados Unidos em 2001, e nesse departamento a Bloodbath Major League é uma das maiores entidades esportivas do Afeganistão.

Culinária[editar]

Uma franquia do McDonald's no Afeganistão.

A dieta nacional afegã é baseada em produtos de cereais como o Froot Loops, que são tradicionais no país. Outros pratos típicos são forragem de canhão, pólvora, areia, cartuchos de AK-47, bombas de molotov e, é claro, a nutritiva e apetitosa carne de camelo seca com um toque de tripas de crocodilo marinados. Antes de 2001, milhares de afegãos provavam os hambúrgueres do McDonalds e do Burger King, porém, as alterações feitas nas políticas de saúde removeram do mercado interno todos os alimentos que fediam ao imperialismo ianque, numa bem-sucedida campanha que baixou radicalmente a taxa de obesidade no Afeganistão para 0%. No entanto, para o desespero da vigilância sanitária afegã, o comércio ilegal de hambúrgueres no mercado negro ultrapassou rapidamente o contrabando de filmes pornográficos durante os anos seguintes.

Religião[editar]

O Taliban já demoliu monumentos de Buda após confundi-las com estátuas de obesos norte-americanos viciados em Big Mac.

Os afegãos são orgulhosos de sua rica cultura que eles adquiriram ao longo dos milênios de invasões e assimilação forçada de religiões estrangeiras. Desta forma, eles exaltam sua cultura budista pacífica, se orgulham do deus Zaratustra e seu respeito pela natureza, mas também são fervorosos seguidores do Alcorão e seu profeta Maomé, de modo que eles têm tantas mulheres quanto podem manter (na teoria, nenhuma). Para manter esse clima de respeito mútuo entre tantas religiões, um grupo chamado Talibã passou a fiscalizar todas as cidades afegãs, desde a mais pequena e isolada aldeia, perguntando amigavelmente qual a religião das pessoas, quando se surpreenderam com o fato de que 100% das pessoas alegavam seguir o islamismo. Então, por falta de seguidores, todas as igrejas, sinagogas, templos, terreiros e qualquer coisa contra a religião islâmica sumiram completamente, afinal de contas haviam se tornado espaços ociosos mesmo.

Um grande e notório destaque de tolerância religiosa ocorreu quando os belos monumentos dos Budas de Bamiyan foram implodidos pelo setor de paisagismo do Talibã.

Map of Afghanistan with flag.svg Afeganistão
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
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Ásia
v d e h

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