A Lenda dos Defensores de Athena

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聖闘士星矢 真紅の少年伝説
A Lenda dos Defensores de Athena (BR)
Uma prévia do que seria o filme
Bandeira do Japão Japão
1988 • cor • 70 minutos
Direção Shingo Araki
Roteiro Masami Kurumada
Elenco Dubladores infames
Gênero Aventura, drama, épico


Cquote1.png Manhêêê, leva eu nu cinema pa vê u filmi dus Cavalerus, pufavôôô!! Cquote2.png
Guri retardado sobre A Lenda dos Cavaleiros de Athena quando estreou nos cinemas
Cquote1.png Como é que o Camus perde de forma humilhante junto com o Shura para os servos de Abel, tem sua armadura de ouro de Aquário destruída e ela depois volta novinha em folha pro Hyoga usar contra o Abel? Cquote2.png
Otaku sobre A Lenda dos Defensores de Athena

A Lenda dos Defensores de Athena foi (e ainda é, e nunca deixará de ser) o terceiro filme dos Cavaleiros do Zodíaco. Mas este é especial, pois ao contrário dos demais que até então haviam sido produzidos diretamente para a televisão e contaram com a mesma animação tosca do anime, ele passou no cinema e dizem que sua qualidade é superior, embora ninguém perceba diferença nenhuma.

O legal é que o filme não foi marcante apenas no Japão, mas também no Brasil, já que entrou em cartaz nos cinemas brasileiros mais de 8000 anos depois da estreia japonesa e chocou vários pais que obrigaram-se a acompanhar seus filhos para assistir, pois os adultos não faziam ideia que um desenho animado poderia mostrar tantas cenas de sangue e violência. As crianças já estavam acostumadas a assistir a série na Manchete, mas aí os pais nem ligavam e deixavam tranquilamente achando que todo desenho é igual ao Ursinho Pooh.

O que todo mundo quer ler... A história![editar]

O filme começa com Saori Kido descansando embaixo de uma árvore em um lindo campo florido quando de repente é surpreendida por uma drag queen alta de cabelos e olhos azuis usando um longo vestido vermelho com ombreiras e brincos de ouro. Para sua surpresa (e de todos que estão assistindo), a criatura tem voz de macho e se apresenta como Abel, seu irmão. A partir daí, Saori fica toda abobalhada e sai caminhando e rindo ao lado dele. Enquanto isso, o Mestre Ancião tem um mau presságio. Seria Abel na verdade um vilão?

Cquote1.png Minha querida Athena... Esperei milhares de anos pelo momento de reencontrá-la. Cquote2.png
Abel sobre Saori

Já na mansão da deusa, enquanto serve um delicioso chá de pau barbado ao maninho, ela pergunta porque ele resolveu aparecer assim do nada. Abel responde que a Terra está muito corrupta e os humanos não estão agindo de acordo com a vontade dos deuses, então ele veio para castigar a humanidade em nome de Zeus e deseja que Athena seja sua aliada.

Nisso, o quinteto principal dos Cavaleiros de Bronze surge cortando o clima e dando de cara com o trio da Coroa do Sol, os Cavaleiros de Abel, que dizem que a partir dali serão os novos defensores de Athena junto com os Cavaleiros de Ouro que morreram durante a Saga do Santuário e agora foram ressuscitados pelo deus do Sol. A própria Saori concorda e diz que de agora em diante irá morar com Abel e não precisa mais de seus capachos de bronze, mas Seiya de Pegasus fica indignado em ser jogado de lado assim sem ainda ter nem sequer tido a chance de apalpar a bunda da deusa, então começa a soltar a franga. Irritado com tamanha demonstração de ridicularidade, Atlas de Carina surra tanto o maldito que ele precisa ser levado embora arrastado pelos demais dispensados.

Athena momentos antes de entrar em coma por interromper a linda melodia de Abel.

A seguir, vemos uma cena totalmente emo e dispensável de Seiya tendo sua cabeça enfaixada por Shun de Andrômeda, reclamando e se lamentando aos berros sobre o fato de Saori tê-los abandonado, enquanto os demais só ficam ouvindo a choradeira de braços cruzados e não estão nem aí. Então, Seiya sai correndo e chorando para se isolar em algum lugar escuro, já que nem seus amigos ligam se a piranha que ele queria comer resolveu fazer cu doce.

Temendo que Seiya virasse gay e resolvesse formar casal com o Shun, o que seria insuportável, Shiryu de Dragão resolve viajar para os Cinco Picos Antigos e dar uma rapidinha na Shunrei pedir conselhos para o Mestre Ancião. Chegando lá, o velho revela que Abel de fato é filho de Zeus e irmão de Athena, mas por ter se mostrado muito mais poderoso que seu pai, foi banido da mitologia grega e substituído por Apolo como deus solar. Como vingança, ele jurou que voltaria e destruiria o mundo. É aí que a ficha cai: Athena só está concordando com tudo porque pretende se sacrificar para salvar a humanidade.

Abel desafinando uma harpa e fazendo nossos ouvidos sangrarem.

Falando em Athena, agora voltamos a ela e Abel, que está tocando harpa para seus três Cavaleiros enquanto os coitados ficam ajoelhados masoquistamente em uma perna só. Com o Báculo de Athena, ela grosseiramente interrompe a música e diz para o mano que não concorda com seus planos e defenderá a Terra a todo custo. Ah, mas que momento perfeito você escolheu para dizer isso, Saori! Sem nenhum Cavaleiro do seu lado, com Abel rodeado por seus subordinados e ainda por cima interrompendo o hobby dele à força, que moça inteligente! É claro que Abel fica muito puto e golpeia a irmã, que entra em coma. Camus de Aquário e Shura de Capricórnio vêem a cena e partem para cima do deus, mas levam a pior contra a Coroa do Sol. Os demais Cavaleiros de Ouro ficam com medinho de morrer novamente e preferem nem se meter.

Sentindo que o cosmo de Athena está se extinguindo, os Cavaleiros de Bronze partem para salvá-la (nossa, que novidade), mas para isso, precisarão encontrar o Templo de Abel, que fica escondido em algum lugar de um tal de Monte da Dignidade. É neste templo que o deus pretende conservar eternamente o corpo de Athena para praticar necrofilia incestuosa quando lhe der vontade.

Os Cavaleiros do Zodíaco perdendo tempo matutando algum plano infalível para dar cabo de Abel.

Chegamos agora à parte mais chata de todas: as lutas. Sim, esta é a pior parte, porque as lutas são sempre todas iguais! Primeiro, temos um rápido reencontro entre Seiya e Atlas, onde novamente o Pegasus é espancado e começa a ter alucinações com Saori. Depois, é a vez de Shiryu reencontrar um antigo inimigo, Máscara da Morte de Câncer, cuja luta é mais falação do que briga e termina com a já manjada vitória de Shiryu, mas pelo menos serviu para ver o paradeiro exato de Athena. Só que o verdadeiro inimigo é Berengue de Coma Berenices, e este só estava esperando para atacar! O próximo combate será entre as bichonas Shun e Afrodite de Peixes, que também já se enfrentaram antes. Como jé era de se esperar, Shun leva o maior pau (algo que ele adora, por sinal) e precisa ser salvo no final por Ikki de Fênix, que derrota Afrodite com a mesma facilidade de quem solta um peido. Mas aí aparece o Atlas e ferra com a felicidade dos maninhos!

Confronto final entre Saga e Seiya (ao menos em filme).

Tá, agora vamos revelar o desfecho real de cada luta: Seiya tem sua bad trip interrompida por Saga de Gêmeos, que faz todo um discurso clichê sobre perseverança e blá-blá-blá na tentativa de reanimá-lo e quando finalmente consegue, ambos são interrompidos por Jaô de Lince. Saga manda que Seiya continue em frente enquanto ele se encarregará do encosto de Abel, e assim é feito. Shiryu se recupera do ataque de Berengue e casualmente encontra Ikki e Shun levando uma surra de Atlas que, diga-se de passagem, é o único servente de Abel que presta, pois os outros dois não sabem fazer porra nenhuma que preste. Mais uma vez, Atlas acaba sem esforço com os três guerreiros de Athena, mas adivinha quem aparece para ajudar? Seiya!! Ah não, espera, ele já apanhou do Atlas duas vezes, vai ajudar não...

Cquote1.png Uooh!! Cquote2.png
Abel sobre ser pateticamente derrotado e morrer

Mas cadê o Hyoga de Cisne que não fez nada de útil nesse filme até agora? Ele encontra o tal do Templo da Coroa do Sol e, por incrível que pareça, é muito bem recepcionado por Abel, que pede gentilmente que o Cavaleiro construa um caixão de gelo para Athena. Como Hyoga recusa a proposta, Abel deixa que Berengue dê um coça nele. Quando está quase morto enforcado pelo cabelo do inimigo, ele é salvo graças à memória de sua querida mamãe, que recupera sua energia para lutar e vencer. Hyoga então junta-se aos demais na batalha contra Atlas, que derrota todos eles e no fim pede desculpas... para Abel, por ter sujado o chão.

Motivados pelo quase inexistente cosmo de Athena, Seiya, Shiryu e Hyoga levantam-se e vestem respectivamente as armaduras de Sagitário, Libra e Aquário, vindas diretamente da puta que pariu para auxiliá-los no combate final contra Abel. Shun e Ikki não foram dignos de tal presente porque praticam muito incesto um com o outro e Deus não gosta dessas putarias.

Graças às armaduras douradas, Atlas finalmente é derrotado, mas Hyoga e Shiryu ficam muito feridos após a batalha e sobra para Seiya lutar sozinho contra Abel e salvar Saori, como sempre. Após disparar um monte de golpes que não fazem nem cócegas no deus, Seiya é auxiliado pelo cosmo de seus amigos e consegue despertar Athena do coma. Aí a porra fica séria! Vendo que agora tem novamente chances de comê-la, Seiya concentra todo seu poder para lançar uma flecha no peito de Abel, igualando seu cosmo ao de um deus pela porrilhésima vez. Impressionado com tanto brilho e glamour, Abel nem se mexe para tentar desviar da flecha e é acertado em cheio, morrendo e levando consigo todo o seu templo, que começa a desabar.

O filme termina com Saori abraçando Seiya e menosprezando os demais Cavaleiros, como já é de praxe, e com o Mestre Ancião rindo aliviado e falando qualquer coisa. No lugar onde era o templo de Abel, surge uma estátua dele tocando harpa com Athena a seu lado, ambos sorrindo.

Os Cavaleiros da Coroa do Sol[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Coroa do Sol (Saint Seiya)
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Febo Abel
O inimigo da vez. Deus do Sol por vontade própria, Abel foi expulso da mitologia grega por seu próprio pai Zeus porque teria poderes maiores que os dele, o que seria imperdoável, então o grande manda-chuva do Olimpo ficou com medo de ter seu posto tomado pelo filho ganancioso. Agora reencarnado na forma de um bofe de cabelo azul, Abel não pretende dominar o mundo, mas sim destruí-lo usando a desculpa de que a humanidade está corrupta (sendo que ele é muito mais corrupto que todos os políticos juntos), quando na verdade só quer é se vingar dos outros deuses, começando por Athena que é sua irmã desnaturada que nunca se deu ao trabalho de procurá-lo.
AtlasCarina.JPG
Atlas
Atlas está para Abel assim como Seiya está para Athena, ou seja, é o Cavaleiro principal da Coroa do Sol. Mas ao contrário do Pegasus, ele é realmente útil e forte, sabendo lutar muito bem e derrotando todos os cinco Cavaleiros de Bronze, além de surrar alguns de Ouro também. Por usar saia, tiara e pelo fato de sua constelação ter nome de mulher (Carina), supõe-se que ele seja homossexual e tenha um caso às escondidas com Abel, o que explicaria seu favoritismo. Na mitologia, Atlas é um titã que também quis se meter a rebelde contra Zeus e recebeu como castigo a punição de ter que carregar o planeta inteiro nas costas para aprender a não se vangloriar de sua força.
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Berengue
O mais baitola deles, ainda que não chegue ao nível do Shun ou do Afrodite. Ataca usando seus lindos cabelos loiros, que são indestrutíveis. Sua aparência não é nem um pouco original, tendo um rosto que parece do Hyoga e uma armadura que parece do Shiryu (ambos em versão piorada, é claro). Sua contraparte mitológica seria uma antiga rainha egípcia que fez um acordo com Afrodite (a deusa do Amor, não o Cavaleiro de Peixes) para ter o homem que amava em troca de sua grande e cobiçada cabeleira.
JaôLice.JPG
Jaô
É o que menos aparece, mas de acordo com fontes fiáveis, ele seria o mais forte da Coroa do Sol e só não pode demonstrar seus poderes porque foi impedido por Saga de Gêmeos. Balela! Nos filmes, qualquer Cavaleiro de Ouro é mais fraco e inútil do que um inseto, então se Jaô quisesse ele poderia muito bem ter se livrado do Saga para estender sua participação. Acontece que ele preferiu evitar a fadiga... De tão figurante, Jaô nem sequer possui um personagem mitológico que o represente. Sua constelação protetora é um lince, aquele animal selvagem que parece um gato.

A melhor cena de todo o filme[editar]

Cavaleirospredef2.jpg