Açougueiro que recebeu uma carta de amor do Seu Madruga

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Açougueiro que recebeu uma carta de amor do Seu Madruga é um açougueiro cabra macho, que ganha a vida vendendo carne de pescoço pros favelados que moram nos cortiços próximos. Não vende fiado, nem mesmo para os seus admiradores secretos que lhe escrevem cartas de amor.

História[editar]

Açougueiro que recebeu uma carta de amor do Seu Madruga indo preparar o meio quilo de retalho com osso pra Dona Florinda.

Nasceu em Cancún, em um ano desconhecido até mesmo por Roberto Bolaños.

Na infância, já exalava testosterona, e seus pais sabiam que seu filho seria um cabra macho fodedor de bocetas no futuro.

Na adolescência, enquanto seus amigos ocupavam-se com conversas fúteis, o Açougueiro que recebeu uma carta de amor do Seu Madruga passava seus dias aprendendo a labuta de açougueiro, visando conseguir uma renda para pagar pelos motéis os quais iria levar umas moças bonitas, moças formosas, moças bem feitas.

Aos 15 anos, o Açougueiro que recebeu uma carta de amor do Seu Madruga começou a fazer um bico num açougue próximo de sua casa, onde ganhava alguns cruzeiros para desossar as carnes de procedência duvidosa que seriam comercializadas para a galera da favela. Em poucos meses, virou especialista nisso, trabalhando da maneira correta, deixando as carnes cheias de gordura e metendo a mão no nariz e no rabo enquanto removia o osso das peças.

Aos 18, o açougueiro juntou suas economias e conseguiu comprar o açougue no qual trabalhava há tantos anos. Agora seu próprio chefe, o Açougueiro que recebeu uma carta de amor do Seu Madruga aumentou muito os seus lucros, vendendo as carnes suspeitas por preços camaradas. A única coisa que ameaçava os seus lucros eram os velhos com barriga de jabá que vinham comprar fiado, porém ele logo foi cortando esta prática, não vendendo mais para ninguém, nem que este alguém lhe escrevesse uma carta apaixonada.

Atualmente[editar]

Segue trabalhando em sua profissão, vendendo meio quilo de retalho com osso para as velhas alimentarem os seus gatos. Nas horas vagas, fatia e pica os personagens secundários que nunca mais apareceram, como aquela da Escolinha do Professor Girafales que pediu pra ir no banheiro e nunca mais voltou.