12 Homens e uma Sentença

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Este artigo discute coisas intrínsecas dos Anos 50's!
Se você teve infância naquela época, provavelmente já tomou seu Toddy hoje.


Cquote1.png Ótimo número 3, já que palavras não lhe convencem talvez esse canivete surte-lhe-á efeito Cquote2.png
Sr. Davis, o número 8 sobre Ter que apelar para a violência
Cquote1.png Pelo menos você me deu uma prévia do que é o Inferno, Número 8! Cquote2.png
Número 3 sobre Davis não calar a boca nunca

Cquote1.png Mais chato do que "enterrado vivo" Cquote2.png
fã de cinema pagando de fodão Expert em cinema sobre 12 Homens e Uma Sentença
Cquote1.png Você quis dizer: Doze homens e um segredo Cquote2.png
Google sobre 12 Homens e uma Sentença
Cquote1.png Mera semelhança entre os títulos, só queria saber como conseguiram fazer 1h 30min de filme... Cquote2.png
Alfred Hitchcock sobre ...Então esse filme não é de Hitchcock? Que novidade!
Cquote1.png Sabia que não era de Hitchcock... Ele só faz filmes de assassinato. Cquote2.png
Qualquer um sobre 12 Homens e Uma Sentença

12 Homens e um segredo 12 Homens e Uma Sentença é um filme que, por falta de filmes bons nos anos 50, foi considerado um Cult e entrou até naquela lista dos "1001 filmes para ver antes de morrer" (mesmo que 90% da lista seja totalmente aleatória). 12 Homens e Uma Sentença foi gravado dentro de uma salinha de um tribunal, o estúdio que bancou o filme só teve que pagar os cachês dos atores.

Parece que o fato de ser um filme barato atraiu uma manada de pessoas que começaram a falar que o filme era uma maravilha, apesar de ser rodado em só uma sala e os personagens não terem nenhum nome, são designados por números, tal como em um presídio ou em uma Escola.

Sinopse[editar]

12 Homens e Uma Sentença é considerado o antecessor de Jogos Mortais no gênero "Terror de Tortura".

Um Porto-riquenho é acusado de matar seu pai, dane-se o motivo, eu não vi o filme e estou copiando e colando da Wikipédia nesse exato momento.

Como todos sabem, em um julgamento há doze pessoas no júri que devem decidir a sentença do réu. Todo o Júri está de saco cheio, está fazendo um calor infernal, todos querem ir para casa, receber logo o dinheiro que a promotoria prometeu caso condenassem o réu e tudo o que devem fazer é logo condenar o cara que matou o pai.

Mas, como sempre, tem o Evangélico ou o "sou de esquerda" que não concorda com a decisão unânime de todos condenarem o cara e logo irem para casa. O nome desse filho da puta é o Sr. Davis, o número 8, que depois tenta convencer um número do Júri por um que o porto-riquenho é inocente.

Depois de uma hora e meia de filme com o Evangélico da turma enchendo o saco, aos poucos cada um vai mudando de opinião, até que a decisão fica unânime de que o porto-riquenho é inocente. Havia um que está convicto que o porto-riquenho era culpado, além de vir de um país próximo a Cuba, era pobre e aparentava ser doido, então o Sr. Davis chega perto do número 3, que até então estava gritando com todo mundo e fala serenamente:

Cquote1.png Você não tem culpa se seu filho está na puberdade... Não fique gastando isso nos outros, número 3! Cquote2.png
Sr. Davis, dando uma de evangélico para o Júri

No fim, o porto-riquenho é inocentado e o filme acaba. Moral da história: discursos evangélicos e sentimentalistas funcionam. A pior parte do filme é que ninguém descobre se o porto-riquenho era culpado ou não. Talvez o Sr. Davis era a "sementinha do mal" plantada pela defesa no Júri para que inocentassem o porto-riquenho. Mas como se trata de alguém "humilde" e de "bom coração", o porto-riquenho é inocente.

Jurados[editar]

Cquote1.png Gente, concordem logo com o Número 3 pra a gente ir logo pra casa. Mais um pouco nessa sala e eu me mato! Cquote2.png
Número 9, o velho sábio e amiguinho do Sr. Davis

Os sujeitos do Júri, um mais perturbado que o outro:

  • Número 1: O nono a votar inocente. É um professor de educação física e treinador de um time de futebol, é o presidente do Júri e na metade do filme fica com o saco tão cheio do evangélico que diz "Dane-se! Eu só quero ir pra casa tomar uma cerveja! É Domingo e eu queria estar assistindo o Superbowl enquanto comia Churros!". Só foi o presidente do Júri mostrar que estava de saco cheio que o restante todo caiu no papo do evangélico.
  • Número 2: O quinto a votar inocente. É um bancário despretensioso, ou seja, um jurado "desinteressado". Voto morto como hei dizer, só não votou primeiro de inocente pois estava dormindo no discurso do evangélico Sr. Davis.
  • Número 3: O último a votar inocente. É a "pedrinha no sapato", o "pau-noku" entre outros nomes que significam "não quero ser igual aos outros", é um pai emocionalmente abalado pelo desprezo do filho, que é um Emo que se acha o centro do universo. Na sequência "12 Homens e Uma Nova Sentença" é o Réu acusado de ter matado o filho que respondera para ele. Tal como no filme anterior, o Sr. Davis faz o mesmo papo evangélico e salva a pele do Número 3.
  • Número 4: O décimo-primeiro ou penúltimo a votar inocentando o porto-riquenho. Trabalha na bolsa de valores, muito racional, falava para si mesmo: "Eu não vou ser um merda de um vira-casacas!" e acaba mudando de lado quando o Sr. Davis estava prestes a rebatizá-lo.
  • Número 5: O terceiro a votar inocente. Foi o primeiro jurado a se abrir dizendo que o Sr. Davis era um evangélico e que se ele ficasse mais alguns minutos trancado na mesma sala com ele se mataria, desempregado, é fã do Baltimore Orioles, um time gringo do Superbowl.
  • Número 6: O sexto a votar inocente. Um pintor de paredes respeitoso, com bom senso, blá, blá, blá... Um cara de princípios que não quer passar em cima de ninguém, por isso continua trabalhando de pintor de paredes. Se une ao Sr. Davis contando histórias sentimentalistas de como ele pintou o quarto de um bebê e como ele pintou em um asilo. Nem nota o duplo-sentido de suas frases.
  • Número 7: O sétimo a votar inocente. Vendedor, fã de esportes, é o que mais esculacha o Porto-riquenho fingindo que seus pais não eram Mexicanos, piores que porto-riquenhos. Tal como o fã dos Baltimore Orioles, ele fica a beira da loucura por estar perdendo tempo com o Sr. Davis e decide dar logo o voto para dar o fora dali. Ele fica de joelhos implorando a todos que votem inocente para que possam sair dali e calar a boca de Davis.
  • Número 8 (Sr. Davis): O evangélico e primeiro a votar inocente. Ficou como o "quero ser diferente" do Júri e é o motivo de haver esse filme. A estratégia de Davis é simples: deixar as pessoas tão cansadas e malucas de ouvir sua voz e seu discurso religioso a ponto de concordarem com ele.
  • Número 9: O segundo a votar inocente. Um velho e sábio ancião que se identifica como "McArdle" no fim do filme e vira amiguinho de Davis. No fundo do fundo, é só um velho que quer bancar o Confúcio entre os demais e dar um voto de consolação para o porto-riquenho.
  • Número 10: O décimo a votar inocente. Velho, preconceituoso, racista, xenofóbico, etc, etc. Só virou a casaca quando percebeu que "3 < 9". É o típico personagem que no final do filme vai sair "mudado" e "de vida nova" por culpa do discurso de Davis.
  • Número 11: O quarto a votar inocente. Um Mico Azul nos EUA por ser o PRIMEIRO MEXICANO IMIGRANTE LEGAL E CIDADÃO AMERICANO, orgulhoso por esse fato (e também pelo fato de ser relojeiro), dar seu voto foi a coisa mais fácil do mundo, foi uma questão de 3 segundos pois era imigrante e pelo réu ser também já tinha um voto.
  • Número 12: O oitavo a votar inocente. É só outro voto morto, um empresário animado e indeciso que demorou 20 minutos para responder o "você quer se casar com essa mulher?" no dia de seu matrimônio.

Curiosidades[editar]

  • O único cenário usado foi o da sala do Júri, outros dois foram a saída do tribunal e a entrada do Júri na salinha, locar esses cenários custou só 20 dólares.
  • O filme foi gravado em um dia só (o que explica a boa atuação dos atores)
  • Quando o Júri dá o veredicto, o Réu está dormindo, o Juiz está fazendo cruzadinhas e o policial está terminando de ler a bíblia, o restante do tribunal foi para casa jantar.
  • O Sr. Davis e McAdle são os únicos personagens com nome no filme.
  • O filme tem tantos atores que o policial e o juiz, que seriam considerados figurantes, são contados como elenco e até apareceram na cerimônia do Oscar.
  • Dos 93 minutos de filme, 3 são fora da porra da sala do Júri.
  • Não há mulheres do elenco.
  • Biologicamente falando, todos no Júri são homens, metaforicamente não.

Prêmios[editar]

Dentre os prêmios de consolação como o BAFTA e o Globo de Ouro, o filme ganhou o de melhor roteiro e outros como "figurino" e "fotografia", mas do Oscar só indicações.