Éter

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Pela relatividade restrita,considerando um referencial inercial a uma velocidade próxima a c,um raio de luz trafega a velocidade c independente do observador pois a luz caminha através do éter luminífero. Millikan e Moore só provaram que o éter é estático na superfície da Terra e no espaço há uma diferença de 5% no índice de refração em relação ao vácuo teórico. Isso demonstra a existência do éter luminífero que é um fluído e da matéria escura que é ausência de éter, ou seja, impermeável à luz e permeável à matéria. Emitindo-se uma onda na frequência natural de ressonância do voxel de Plank num espelho parabólico temos o motor da millenium falcon.

veja Éter (mitologia).}}
Os efeitos do éter etílico são muito parecidos com os do álcetílico...

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Maconheiro sobre éter.
Cquote1.png Opa, isso se usa no lança perfume! Cquote2.png
Nerd sobre usos para o éter etílico.

A função orgânica éter, muito conhecida pelos fIlósofos gregos e pelos médicos do séc XVIII, trata-se de uma função altamente narcótica e volátil, onde oxigênios sem costumes estão se intrometendo no meio de cadeias carbônicas, a fim de trollar os carbonos e promover a putaria entre as moléculas, isso quando não forma ciclos, no que são chamados de epóxidos. Também pode se referir a uma teoria onde o éter estava presente, preenchendo tudo e todos, inclusive o vácuo, mas que foi pro colo do capeta em 1900 e guaraná com rolha.

Propriedades e aplicações[editar]

Não é desse éter que estamos falando.

Éteres são compostos orgânicos derivados de álcoois, onde um oxigênio está metendo em dois carbonos, um em cada lado dele. Não será um éter quando o oxigênio estiver metendo em uma carbonila, onde o nome muda para éster. Éteres são altamente inflamáveis, capazes de deixar qualquer um de fogo, além de explodirem facilmente. A alta volatilidade é outra característica muito apreciada, posto que permite a utilização em fins narcóticos sem necessidade de se usar cachimbos ou fogo, podendo ser consumida apenas metendo a napa perto do líquido e puxando tudo o que puder.

Outro interessante efeito dos éteres é a ação anestésica, mais uma vez agindo de forma semelhante aos álcoois, só que sem a fase de euforia e putaria que o segundo proporciona. O éter dietílico é um verdadeiro mata leão, nocauteando inclusive crianças demoníacas em questão de segundos, deixando até mesmo o clorofórmio no chinelo. No entanto, devido aos elevados índices de dependência e de aumento do apêndice utilizado para administração da substância, o éter deixou de ser aplicado em hospitais, fazendo parte apenas dos coquetéis de lança perfume e boa noite cinderela, amplamente utilizados pelo poder paralelo em seus negócios.

Epóxidos[editar]

Representação do óxido de etileno, o epóxido mais simples. A semelhança com um triângulo de sinalização é mera coincidência.

Éteres são compostos onde um oxigênio está metendo em dois carbonos separadamente. Porém, algumas vezes esses dois carbonos se dão as mãozinhas ligam, o que acaba por formar um triângulo amoroso entre os carbonos e o oxigênio, ciclo este que é chamado de epóxido. (É mesmo?) Esse triângulo não é muito rentável para os átomos, já que as ligações estão torcidas, sendo parecido com a gravata que o valentão do colégio dá em você. Logo, muito instável, o que explica o fato dos epóxidos serem mais safadinhos reativos que os éteres.

Epóxidos são muito usados na indústria de colas, adesivos, em sínteses orgânicas e na indústria de refino de drogas. Epóxidos mais elaborados tem uso na indústria farmacêutica, como reagentes, medicamentos e para fins de queima de arquivo, entre outras especialidades.

Reações[editar]

Éteres não são muito reativos, já que preferem ficar apenas na bobagem. Geralmente são usados como solvente em reações orgânicas, no entanto éteres reagem dura e rapidamente com o oxigênio do ar, fato este que é chamado de explosão. No entanto esses compostos podem ser sintetizados por meio de álcoois ou haletos de alquila. No entanto, apenas Químicos, nerds ou Engenheiros Químicos entendem desse processo, já que quase todo mundo entende porra nenhuma de Química.

Representação do éter velha coroa, muito usado para quelar metais. Embora pareça, não é um grupo de emos se dando as mãos.

Epóxidos são mais safadinhos, já que suas reações basicamente se resumem no rasgo na quebra do anel epóxi, geralmente por meio de um nucleófilo bem dotado que se ligue a um dos carbonos do anel. Essas adições são muito usadas em medimentos e em confecções de resinas epóxi (É mesmo?) e no refino e produção de narcóticos de uso recreativo, como lança perfume e diabo verde.

Nomenclatura[editar]

De acordo com as regras da IUPAC (International Union of Pikaretologic AlChemy), os éteres tem uma nomenclatura própria, que consiste em indicar o radical onde o oxigênio está metendo, seguindo de acordo com a numeração específica. Como exemplo:

  • Composto com 5 carbonos e o oxigênio na posição 2: metóxi-butano' (Ui!!!);
  • Composto com dois radicais etil grudadinhos ligados ao oxigênio: etóxi-etano, éter dietílico;
  • Composto com seis carbonos, o oxigênio na posição 3 e uma ramificação metil no carbono 2: propóxi-isopropano;

Para compostos onde há outras funções mandando na bagaça, os éteres assumem posições secundárias na nomenclatura, de acordo com a vontade e a necessidade. Por exemplo:

  • Ácido carboxílico com seis carbonos e um oxigênio na posição 5: ácido 4-etóxi-butanóico;
  • Amina com 4 carbonos, com o nitrogênio ligado na posição 2 como ramificação e o oxigênio na posição 4: 1-metoxi-propan-2-amina;
  • Amida com 5 carbonos, o nitrogênio na posição 3, a carbonila na posição 2 e o oxigênio na posição 5: N-etóximetil-acetamida;

Como sempre, devido á forma extremamente simples e prática de ser aplicada, a nomenclatura dos compostos orgânicos é uma das partes da Química mas amadas odiadas pelos alunos do Ensino Médio, Faculdade e pelos profissionais formados.

Ver também[editar]